Meu Diário
31/07/2017 09h56
PAULO GUERRA DEIXA AQUELE ABRAÇO PRA VOCÊS...

 

Paulo Henrique Guerra, 44 anos, é o atual Secretário de Esportes, Lazer e Juventude da Prefeitura de Abreu e Lima, Estado de Pernambuco, Brasil (2017-2020).

Foi Diretor do Clube Náutico Capibaribe de 07/06/2014 a 12/11/2015.

Entre 2007 e 2012, ocupou os cargos de Gerente da Secretaria Estadual de Esportes de Pernambuco e de Secretário de Turismo e Esportes da Prefeitura de Itamaracá/PE.

Jogador de Futebol do Clube Náutico Capibaribe (Recife/PE) da década de 1980, quando atuou pelas Escolinhas de Futsal e se Profissionalizou como Jogador de Campo, permanecendo no clube até 1994, quando transferiu-se para o Clube Atlético do Porto (Caruaru/PE), e, de lá se transferiu para o Futebol Belga jogando pelo Yellow Red Koninklijke Voetbalclub Mechelen em 1995. Na Europa, no entanto, lesionou-se gravemente e precisou abandonar o esporte, com apenas 26 anos.

Além das experiências dentro das quatro linhas e como gestor público, Paulo Henrique Guerra tem formação acadêmica na área esportiva, com cursos na escola Trevisan, de São Paulo, Brasil, e nos Estados Unidos, onde morou durante cinco meses.

CONTATO PROFISSIONAL

Site > http://www.abreuelima.pe.gov.br/secretarias-e-orgaos/

Facebook > https://www.facebook.com/paulohenrique.guerra.7  

 

 


Publicado por Dom Franklin Mano em 31/07/2017 às 09h56
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito ao autor original (Você deve citar a autoria de Franklin Emmanuel da Silva Mano e o site www.franklinmano.com). Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas.
 
30/07/2017 18h26
DAI KIRAI DEIXA AQUELE ABRAÇO PRA VOCÊS...

Dai Kirai, 27 anos, Brasileira é Vocalista da Banda "Kuroi Kitsune", além disso, é Bibliotecária, Mestranda em Ciência da Informação, trabalha atualmente com preservação documental. 

Desde sua adolescência simpatiza com a cultura japonesa. Já foi cosplayer, cosmaker e desenhista, mas foi no visual kei, um movimento underground dentro do japanese rock, que se identificou. O Visual Kei (ou Vkei) possui em sua fonte, o glam rock, onde bandas de rock se expressam através do seu visual extravagante. Algumas das suas bandas favoritas onde busca inspiração são: X-Japan, Buck-Tick, D'espairs Ray, Awoi, Dir en Grey, D, Oz, Jiluka e Dadaroma.

Organizou o primeiro evento de J-Rock/Visual Kei do Ceará, o Nikei e sempre buscou a interação entre este público em Fortaleza.

Iniciou a vida musical em meados de 2008, com a banda Shiroi Kitsune, onde todos os membros, com a exceção da baixista, compõe o atual projeto. Estudante de língua japonesa, encontrou no cover a oportunidade de praticar e promover o rock japonês livre de esteriótipos. Durante esta primeira experiência teve a honra de abrir apresentações de bandas e artistas internacionais, como GKPKISM, Monoral e The Head Phones President. Apresentou-se em programas televisivos, casas de show e em eventos de cultura japonesa.

No atual projeto, que iniciou suas atividades no início do ano corrente, 2017, retoma com covers, porém trabalhando em composições autorais para o lançamento do primeiro single até o fim deste ano. A banda realizou ensaios abertos e participou da Oficina do Rock no Rota 66 Bar. Em 30 de setembro se apresentará no Cuca Mondubim, e no dia 04 de novembro no 2° Girls to the Front.

CONTATO PROFISSIONAL

Email > kuroikband@gmail.com

Facebook Banda > https://www.facebook.com/kuroikitsuneband/ 

Facebook Pessoal > https://www.facebook.com/profile.php?id=100016591538542 


Publicado por Dom Franklin Mano em 30/07/2017 às 18h26
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27/07/2017 12h38
JOÃO FÊNIX DEIXA AQUELE ABRAÇO PRA VOCÊS...

JOÃO FÊNIX POR MAURO FERREIRA

A trajetória ascendente de João Fênix

De volta ao começo, mas sempre indo em direção ao futuro, cantor e compositor pernambucano celebra duas décadas de sucesso com cinco álbuns e diversos espetáculos musicais e teatrais em carreira que conquistou público e crítica no Brasil e no exterior.

No dia 3 de maio de 2016, uma crítica de página inteira publicada no suplemento cultural do jornal O Globo – o mais importante veículo de comunicação do Brasil em mídia impressa – discorreu elogiosamente sobre a edição do quinto álbum de João Fênix, De volta ao começo. Em texto filosófico, o conceituado jornalista Leonardo Lichote defendeu que o disco, editado pela gravadora Biscoito Fino, propunha um retorno às origens que extrapolava a rota individual do artista pernambucano nascido no Recife (PE), propondo uma volta ao começo de um Brasil mais profundo, revolvido pela memória afetiva e musical do artista.

Vinte anos antes, em 1996, o mesmo jornal O Globo abriu generoso espaço para destacar a atuação de Fênix – nascido João Oliveira – em reportagem assinada pelo jornalista Mauro Ferreira sobre o musical de teatro Os quatro carreirinhas, então encenado na cidade do Rio de Janeiro (RJ) sob direção de Wolf Maya, um dos mais importantes diretores dos palcos e dos estúdios de TV. As duas abordagens jornalísticas no conceituado matutino carioca, separadas por duas décadas, exemplificam a coerência e o rumo certo tomado por João Fênix em trajetória ascendente, cíclica, que já contabiliza, a rigor, 23 anos, pois o artista está em atividade profissional desde 1993.

A rara voz de timbre andrógino – evocada e celebrada no álbum De volta ao começo na regravação de A feminina voz do cantor (Milton Nascimento e Fernando Brant, 2002) – é o fio condutor da meada de João Fênix nestas duas décadas. Uma voz de contralto que alcança tons masculinos e femininos e que foi esculpida, como diamante verdadeiro, em aulas de canto lírico tomadas pelo artista no Conservatório Pernambucano de Música, no início da jornada artística. Uma voz virtuosa, mas que não se escora somente na técnica, mas que também provoca emoção com o canto. Como destacou o jornalista Leonardo Lichote ao analisar o álbum De volta ao começo, a regravação de Cálice (Chico Buarque e Gilberto Gil, 1973) tem poder arrepiante por beber do amargo noticiário nacional. Explica-se: na faixa, Fênix inseriu vozes de estudantes que ocupavam escola de São Paulo e a voz afirmativa do deputado baiano Jean Willys – “Sou homossexual, sim!” – entre os versos embriagantes do (na época do lançamento da música, em 1973) censurado tema de Chico Buarque e Gil.

Respeitado pela crítica e pelo público antenado que teve atenção despertada para a rara voz do cantor, João Fênix é um artista com livre trânsito na música brasileira. Tem discos produzidos por Jaime Alem e JR Tostoi – este um guitarrista de toque contemporâneo; aquele, um maestro, violonista e violeiro que bebe das melhores tradições musicais do Brasil. Já teve o privilégio de gravar com cantores de primeiro time como Ney Matogrosso, de cuja nobre linhagem vocal Fênix é orgulhoso descendente. Com Ney, Fênix dividiu os estúdios de igual para igual ao gravar com o colega música, Fim do mundo (Patrícia Mello), do primeiro álbum, Eu, causa e efeito (Nikita Music, 2001), marco zero da discografia solo que atingiu o ápice do reconhecimento com o recente De volta ao começo. Em setembro de 2008, Fênix também já teve a imagem e o som propagados pelas ondas nacionais da TV Globo ao dar voz a músicas de Ary Barroso (1903 – 1964) em programa exibido pela emissora carioca em tributo ao compositor mineiro dentro da série Som Brasil. Mas é no palco – fazendo shows musicais ou atuando em espetáculos de estética teatral – que João Fênix mais se exercitou como artista numa carreira que também já extrapolou as fronteiras do Brasil.

Tanto que o primeiro pico de popularidade na trajetória do artista veio com a aplaudida atuação no musical de teatro Os quatro carreirinhas, o já mencionado espetáculo de 1996 dirigido por Wolf Maya com base na encenação norte-americana de Forever plaid, musical estreado em 1989 no circuito off-Broadway, em Nova York (EUA). Cidade, aliás, para onde Fênix – cidadão do mundo – partiu após o sucesso pessoal obtido com atuação no musical Os quatro carreirinhas (espetáculo, a título de curiosidade, remontado no Brasil em 2008 sob a direção do mesmo Wolf Maya e com Fênix no elenco). Em Nova York, capital cultural do mundo, Fênix vivenciou a privilegiada experiência de trabalhar como ator com o cultuado diretor e dramaturgo (de origem carioca, mas expressão planetária) Gerald Thomas no espetáculo O Cão Andaluz, encenado em 1998 com inspiração na obra do dramaturgo e poeta espanhol Federico García Lorca (1898 – 1936).

De volta ao Brasil, o país natal onde absorvera as obras influentes de compositores nordestinos como Jackson do Pandeiro (1919 – 1982), o tropicalista Gilberto Gil e Luiz Gonzaga (1912 – 1989), entre outros ícones da música nacional, Fênix começou, então, a construir a própria discografia. De certa forma, o retorno para o Brasil foi mais uma volta ao começo. Mas, como sempre em se tratando do artista, para cada passo para trás em busca das origens, dois passos são dados à frente. Tanto que o primeiro álbum de Fênix, Eu, causa e feito, lançado em 2001, descortinou um mundo musical para o artista, já que foi neste disco que Fênix se reinventou e se lançou como compositor ao dar voz a um repertório que entrelaçou regravações de músicas de Djavan (Serrado, 1978) e Zé Ramalho (Avohai, 1977) com inéditos temas autorais como Zapping e World.

O primeiro álbum causou em João Fênix um efeito encorajador na expansão da obra autoral. Cancioneiro de assinatura própria que ele foi apresentando aos poucos. Tanto que o segundo álbum do artista – Marfim, gravado em 2003 e lançado em 2004 numa edição independente distribuída via Tratore – já teve repertório majoritariamente autoral. Fênix assinou seis das onze músicas do disco, produzido pelo próprio artista ao lado do violonista João Gaspar. Algumas, sozinho, casos de Pássaro, The trade e Só quero amor. Outras, com parceiros como Carlos Henrique (a música-título Marfim), Maria Olivia e Patrícia Mello, coautoras de Chá de maçã. Contudo, o intérprete sagaz de obras alheias também marcou presença no disco, dando voz a uma música inédita de Zeca Baleiro (Para um amor no Rio) e a composições já conhecidas dos repertórios de Caetano Veloso (Circuladô de fulô, composição de 1991 assinada pelo artista baiano com Haroldo Campos) e Lulu Santos (Um certo alguém, clássico pop de 1983 composto por Lulu com versos do poeta Ronaldo Bastos). Marfim abriu as antenas de Fênix para a produção musical do universo pop contemporâneo.

Na sequência da discografia, chegou a hora de um disco ao vivo. Um registro de show. Gravado em 2008 em espetáculo apresentado por Fênix na Sala Baden Powell, na cidade do Rio de Janeiro (RJ), o disco Ciranda do mundo ao vivo foi lançado em 2009 em edição da gravadora Sala de Som Records. Nesta gravação ao vivo, o cantor reapresentou parte da obra do compositor – rebobinando músicas como World e Zapping – mas, sobretudo, se exercitou como intérprete contemporâneo e versátil, capaz de harmonizar no roteiro uma composição emblemática de Caetano Veloso (Vaca Profana) e um sucesso popular do cantor Biafra (Sonho de Ícaro, parceria de Piska e Cláudio Rabello), duas músicas lançadas no mesmo ano de 1984. Em Ciranda do mundo, Fênix girou ao redor das influências que moldaram o universo musical do artista, fazendo feira moderna.

Ainda em 2009, ano em que lançou e promoveu o CD ao vivo Ciranda do mundo, Fênix começou a gravar o que seria o quarto álbum da discografia. A foto onde eu quero estar foi o primeiro disco do artista produzido por JR Tostoi com Jaime Alem (com a adesão do próprio Fênix na produção). Concluído em janeiro de 2011, o disco foi lançado naquele mesmo ano de 2011, em nova parceria do artista com a gravadora Sala de Som Records. Em A foto onde eu quero estar, Fênix repôs o compositor em foco, assinando seis das dez músicas e ainda vertendo para o português um tema estrangeiro. Neste álbum, Fênix abriu parcerias com Claudio Lins (em Entrar na dança) e Edu Krieger (com quem compôs O beijo), compositores da geração do artista.

Em novo movimento cíclico, Fênix redirecionou o foco para o intérprete em 2016 no celebrado álbum De volta ao começo, recém-lançado no mercado fonográfico pela gravadora Biscoito Fino. Com raízes fincadas no chão musical brasileiro, mas antenas prontas para captar as modernidades do universo pop, João Fênix completou duas décadas em cena – a rigor, 23 anos – sem abrir mão das próprias crenças artísticas. Uma proeza e tanto neste Brasil profundo, mas desigual, cantado pelo intérprete na bem-sucedida volta ao começo.

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Site > http://www.joaofenix.com.br

Twitter > https://twitter.com/CantorFenix

Youtube > https://www.youtube.com/user/cantorjoaofenix

Souncloud > https://soundcloud.com/joao-fenix

Facebook > https://www.facebook.com/Jo%C3%A3o-F%C3%AAnix-133886130289167/

 

 


Publicado por Dom Franklin Mano em 27/07/2017 às 12h38
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27/07/2017 08h42
ANA CASSIS DEIXA AQUELE ABRAÇO PRA VOCÊS...

Ana Cassis é uma Cantora, Compositora, Atriz, Instrumentista, Pesquisadora e Brincante da Cultura Popular Brasileira.

Iniciou sua vida artística no teatro aos 12 anos de idade, na cidade de Diadema, quando participou do núcleo de estudos cênicos da Cia Experimental Mu... Dança de Diadema no ano de 2001 e desenvolveu o trabalho como atriz/dançarina no espetáculo “Das Loucuras da História” de 2002 a 2003. Atuou como Vocalista da banda de rock Casulo 13, em Diadema, no ano de 2005, onde iniciou sua carreira como cantora.  Desde 2015 desenvolve uma pesquisa pessoal acerca da Cultura Popular brasileira e neste ano iniciou a verticalização de sua pesquisa no curso de Formação de Novos Brincantes e no curso de Artistas Educadores Brincantes, do Instituto Brincante em São Paulo, onde teve aulas com Antônio Nóbrega, Lucilene Silva, Rosane Almeida e muitos outros nomes de peso da Cultura Popular.

Participou em 2016 do curso de formação em Teatro e Dança do CLAC – Centro Livre de Artes Cênicas de São Bernardo do Campo, onde também fez o curso História da Arte – O Realismo e Suas Rupturas, orientado pelo professor e historiador Wilson Honório da Silva e participou da oficina orientada por Wagner Schwartz sobre o processo de criação do espetáculo/performance La Bête (O Bicho). Ainda em 2016 entrou para grupo Mucambos de Raiz Nagô, de maracatu de baque virado, onde participou de vivências sobre de Coco de Toré com Mestre Nilton Junior, do Pandeiro do Mestre (Pernambuco), sobre o baque do Maracatu Cambinda Estrela com o Mestre Adriano (Pernambuco), a dança do Maracatu Kambinda com Raquel Trindade (Teatro Solano Trindade, Embu das Artes – São Paulo).

Atualmente, é vocalista e instrumentista do projeto Ana na Cacimba, integra como brincante o grupo Mucambos de Raiz Nagô e integra como artista educadora e brincante a Cia Arcos e Fitas.

CONTATO PROFISSIONAL

Facebook > https://www.facebook.com/AnaNaCacimba/

Youtube > https://www.youtube.com/channel/UCBBQBonlW1RWnUXg9dy19KQ 

 

 


Publicado por Dom Franklin Mano em 27/07/2017 às 08h42
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25/07/2017 16h44
PRISCILA MARCHON DEIXA AQUELE ABRAÇO PRA VOCÊS...

Priscila Marchon é uma Cantora, Violonista e Compositora Brasileira. Dona de uma voz ímpar e interpretações super pessoais das grandes canções da MPB. Seu repertório vai de Lupicínio Rodrigues ao mais novo Funk carioca.

PRISCILA MARCHON POR JOÃO CARLOS LEAL

Silêncio e solidão. É a partir desses dois ingredientes que Priscila Marchon elabora sua música. São sete composições prontas, além de vários rabiscos para organizar. Cinco delas estão no seu primeiro CD, Clareia, nome da música de trabalho que gravou ao lado do rapper Mahal Reis (filho do cantor e compositor Luiz Melodia). Fruto do casamento de um contador com uma costureira, Priscila bem que tentou seguir o caminho da mãe, das tias e de tantas outras mulheres de Nova Friburgo, e se dedicar ao ramo de confecção de lingeries. Mas seu coração não pulsava no ritmo das máquinas. Falou mais alto seu amor pela música, que os próprios pais semearam quando, ainda criança, pagaram as primeiras aulas particulares. Há três anos, Priscila vive de sua arte. Canta em bares, hotéis, festas, casamentos. Apaixonada por MPB, tem uma queda especial pelo romantismo, seja no forró ou no samba. Com seu primeiro CD planeja alçar voos mais altos e levar sua voz, suas composições e as releituras que faz de grandes ícones da MPB, para todo o país, e além.

CONTATO PROFISSIONAL

Site > www.priscilamarchon.com.br

Facebook > www.facebook.com/priscilamarchonoficial/  

 

 


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Imagem de cabeçalho: raneko/flickr