Meu Diário
04/12/2017 15h04
HANNA DEIXA AQUELE ABRAÇO PRA VOCÊS...

HANNA é uma Cantora, Atriz e Compositora Brasileira, nasceu no Município de Maceió, Estado de Alagoas, e com seis anos de idade começou a cantar músicas de origem hispânica num Programa Infantil na Rádio Difusora de Alagoas, fazendo grande sucesso. Hanna que na época usava seu nome de batismo, Fatima Mello, era a penúltima de seis irmãs.

Mais tarde, já morando no Rio de Janeiro, Hanna estudou Teatro, e como atriz atuou no Programa Os Trapalhões na TV GLOBO, atuou na novela Selva de Pedras 2, atuou no filme com Co-Produção Francesa Xavana A Ilha do Amor sob a Direção do Polonês Zigmunt Sulistrowisk, película cujo seu personagem era uma cantora. Também gravou para a trilha sonora do mesmo filme.

Conheceu Ronaldo Bôscoli nos bastidores da TV GLOBO, e sabendo que ela estava de malas prontas para Paris, França entendeu que ela seguiria o seu destino com muita garra, mas não sabia se voltando ao Brasil, faria sucesso.

Emocionado com a coragem de HANNA de ir para Paris sozinha, assumiu escrever um Bilhete apresentando-a ao músico Baden Powell, que passou muitos anos de sua carreira na Europa, na Cidade luz. Sua carta era informal, dizendo assim: Badeco! Faça por HANNA como se fosse por mim.

Apesar do ciúme da mulher de Baden, foi com esse bilhete que HANNA se apresentou em grandes clubes de Jazz, sendo acompanhada por músicos franceses com grande sucesso, e morou em Paris por oito anos, fazendo tournées internacionais por Marrocos, Grécia, Suíça, Itália, apresentando para o mundo a Bossa Nova em ritmo de Jazz, a voz rouca sensual e o estilo único de interpretar a Bossa Nova, que virou a sua marca registrada.

Voltando ao Brasil, HANNA foi convidada pela sua gravadora à época, a Som Livre, para gravar a música Sentimentos que foi tema da Christiane Torloni na novela Partido Alto.

À época, Hanna sofreu uma pequena cirurgia para corrigir um calo em suas cordas vocais, o que prejudicou muito a divulgação do solo.

HANNA voltou a Paris para cumprir sua agenda de Shows quando se recuperou do susto, e sua vida era entre Paris, França e Rio de Janeiro, Brasil.

Com o nascimento de sua filha, e a dificuldade da carreira de cantora, a fizeram escolher ser mãe e se recolher por quase uma década.

Lançou um álbum em 2002, chamado Nós em Nós, pelo selo Ipanema Records. Passando pelo Mistura Fina, Jazzmania, Teatro Municipal Laura Alvim, Hotel Sofitel, Bar do Tom, estes foram apenas alguns dos palcos por onde a cantora deixou sua marca, em uma carreira de shows ininterrupta, prova de uma energia inesgotável da cantora e da canção.

Ainda em 2011, começou um trabalho em duo, voz e violão com Marcel Powell, filho de Baden, que por força do destino, apesar de talento de sobra e de respeito mútuo, não deixou registro em álbum.

RELACIONAMENTO SÉRIO DE HANNA COM JOÃO GILBERTO

Foi divulgado no Jornal HOJE da TV GLOBO, em meados de 2010 que João Gilberto havia criado um perfil no Facebook, com seu nome de batismo João Gilberto Prado Pereira de Oliveira. HANNA, depois de saber da notícia, curiosa, e movida por sua profunda admiração pelo criador da Bossa Nova, solicitou-o imediatamente sua amizade, mesmo sabendo do gênio difícil do músico. E foi assim que surgiu uma grande e inesperada amizade.

Por madrugadas a fio, muitos músicos, e pessoas queridas por João trocavam ideias em chats que duravam dias, e até mesmo semanas, infinitos que eram na rede social, e local onde o João passava com muita delicadeza, as informações que certificavam que poderia mesmo se tratar da lenda viva da música, mesmo por detrás daquele perfil.

Conversava noites sem fim com Hanna, telefonava-a, e trocavam e-mails. Passavam madrugadas e madrugadas a conversar e a trocar figurinhas sobre ensaios, sobre aquecimento vocal, sua pizza favorita, entre outras coisas que somente João Gilberto, ele mesmo, poderia saber.

Certo momento, João escreveu em seu perfil o começo de uma grande polêmica. Convocou seus amigos para um desafio: para que descobrissem se HANNA realmente existia ou se se tratava de uma fake. Uma das hipóteses era porque ele achava que HANNA era a cantora Gal Costa disfarçada, ou que era uma das amigas de sua ex-mulher, querendo se passar de outra pessoa. E não deu outra. Em seu perfil, para ser verificada, começou a receber milhares de pessoas fazendo perguntas, e levantando suposições. A cantora, que realmente, era a usuária oficial de seu perfil, teve que dar as devidas explicações, que nem sempre eram acatadas, gerando mais conflitos do que esperava. Seu apelido virou Dindi … ela não existe?

HANNA ficou muito triste. Como posso provar ao João Gilberto e a todos, que eu sou HANNA?

Foi quando resolveu dar um fim à polêmica, trazendo à luz o que sabia mais fazer: Cantar. Chamou seus músicos e começaram a elaborar o repertório para o que começou apenas como um pequeno show, em Homenagem a João Gilberto; seu grande professor musical, em honra à sua sabedoria, e que agora se tornou seu ofício mais inspirado. O músico foi o primeiro a ser convidado para o show, e essa seria a prova da existência de HANNA, pois também era curiosidade da cantora, saber se seria bem aceita não só em sua amizade, mas se seria querida principalmente por sua música. João ficou muito emocionado com a homenagem e pela coragem da cantora, e sempre se mostrou muito satisfeito com sua interpretação.

As superstições falaciosas que levaram o público a acreditar que Hanna era apenas uma lenda dos cartazes, se tornam rapidamente irrisórias.

O que Hanna não esperava, era o grande sucesso que viria após a decisão, e o tanto que iria se sentir à vontade em interpretar os clássicos da Bossa Nova novamente, agora homenageando o músico ilustre, e já contando com a aprovação de João pelo seu talento.

Foi quando transformou o show em O Amor é Bossa Nova: Homenagem a João Gilberto, continuando com as suas conhecida apresentações pelo Rio de Janeiro, pode mostrar aos jovens e eternos cariocas a beleza da Bossa Nova do João com o seu estilo próprio de cantar.

HANNA foi convidada por seu diretor musical a gravar o material reunido em um álbum, de forma independente.

Um detalhe chama a atenção. O álbum já estava pronto, em mixagem, quando um sonho levou a cantora de volta aos estúdios para regravar a mais emblemática das faixas. Na visão, o cantor lhe pedia para gravar Chega de Saudade com muita suavidade. Suave, Hanna, Suave eram suas indicações. A faixa, que já estava pronta, teve de ser refeita, com novo arranjo e muito carinho, fiel à primeira gravação de João em 1959.

Lançado em Novembro de 2015, O Amor é Bossa Nova, é seu mais recente trabalho. É uma obra madura, onde podemos ver seu lado mais afetuoso e especial para com a música, e onde novamente surpreende.

Repaginando a Bossa Nova através da afinidade e influência do seu amado Mestre, Hanna faz retribuir a ele o amor em suas interpretações. Ela dá o tom. Os arranjos de Dodô Moraes superam todas as expectativas, não só pela sua modernidade, com uso de sintetizadores, mas pela harmonia, em conjunto à fidelidade e plasticidades clássicas.

Desmascarando a crítica com a beleza de sua voz, e distribuindo a nós, ouvintes, toda essa bossa, a cantora mostra que veio para ficar.

Críticas muito positivas envolvem o álbum, muito elogiado pelo público, e indicado em diversas categorias para o Grammy Latino 2015. O Álbum também foi indicado a Melhor Álbum do Ano, pelo Prêmio da Música Brasileira de 2015.

Apresentações memoráveis pelos palcos do Rio, como na Sala Baden Powell, Teatro Rival, Teatro Café Pequeno, Hotel Vila Galé, Casa da Gávea puderam confirmar sua força e presença.

E mais uma etapa de sua saga continua e ainda lhe renderá muitos frutos. HANNA acaba de ser convidada pela família de João Gilberto para estar presente com sua música também em Juazeiro do Norte, Bahia, em meio às comemorações aos 85 anos do nascimento do músico baiano, em junho.

Ele, que inclusive já autorizou duas músicas de sua autoria para HANNA gravar no próximo álbum, que será O amor é Bossa Nova 2: Homenagem a João Gilberto, em fase de produção.

Fiquem de olho, pois ainda há muito por vir!

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Publicado por Dom Franklin Mano em 04/12/2017 às 15h04
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30/11/2017 19h15
GISELE AFECHE DEIXA AQUELE ABRAÇO PRA VOCÊS...

Gisele Castro Afeche é uma Musicóloga Brasileira, formada pela Universidade de Paris IV – Sorbonne (Paris, França), Cantora Lírica (Soprano), Regente, Compositora, Poetisa, Pianista e Cravista. Além de seus estudos musicais é também formada em Inglês, Francês, Terapias Holísticas e é Chef Pâtissier.

Residiu em Paris/FR durante oito anos onde concluiu seus estudos em canto com a renomada Professora Odile Pietti, cravo com o Professor Jacques Frisch, regência coral com Claire Marchand, análise musical com Naji Hakim e formação musical (teoria e solfejo) nas escolas ENM de Bourg la Reine, CNR de Boulogne e Conservatoire Maurice Ravel. Lecionou teoria musical e foi regente coral na ENM de Bourg-la-Reine e regente assistente da maîtrise Notre Dame de Paris.

Recebeu a medalha de prata da cidade de Paris das mãos do então prefeito Jacques Chirac por sua participação no primeiro encontro de Coros Femininos de Paris com seu coral 'Son Majeur' em 1990.

Cantou em renomados corais na França como Choeur de la Sorbonne, Choeur Accentus (Laurence Equilbey), Choeur de l'Orchestre de Paris, Ensemble Féminin Ars Musicae e Choeur Saint-Louis-en-Ile.

Retornando ao Brasil cantou no Coral Paulistano do Theatro Municipal de São Paulo (São Paulo/SP) durante oito anos, também atuando como solista. Participou dos grupos de Câmera Camerata Novo Horizonte e Brasilessentia e do grupo Harmonia Universalis, como solista. Lecionou canto na Saint Paul School e atuou como solista junto ao Coral Baccarelli de São Paulo. Participou em turnê pelo Brasil com o grupo La Symphonie du Marais, dir. Hugo Reyne.

Retornou recentemente da Londres, Inglaterra onde lecionou piano, canto e canto coral em sua própria escola de música, 'Bay Music School' e regeu o grupo feminino 'Bay Ladies Choir', duas vezes vencedor de festivais locais. Ganhou o festival de Paignton como cantora na categoria Soprano.

Apresentou-se recentemente em recitais na França, Inglaterra e Brasil, como cantora e foi professora do festival de canto lírico 'Salvalírico' em Salvador em 2012. Em 2013 apresentou-se como solista na Opera de Manaus na primeira apresentação da Sinfonia de Berio com artistas nacionais.

Em Santos foi regente do Coral infantil Young Learners, na Cultura Inglesa, o Coral Chanter em Français na Aliança Francesa, lecionou canto, piano, teoria, história da música e canto coral no Conservatório Heitor Villa Lobos, na Oficina de Música Pri Si La e na Escola Blackbird. Apresentou-se em casamentos com o Coral Baccarelli e Coral Tirolli, e se apresentou junto ao Quarteto Martins Fontes e Coral Municipal de Santos em um programa de Música Bartoca no CAIS.

Publicou em 2014 seu primeiro livro de poesias 'Amar... Simplesmente... Vida...' Em 2015 lançou seu primeiro CD "Mosaicos" com 15 músicas autorais. Ainda em 2015 recebeu o título de Comendadora das Artes Carlos Gomes. Em 2016 tentou-se membro votante do Grammy Latino. Em 2017 concluiu com mérito seu mestrado em Produção de Áudio pela Universidade de Westminster em Londres, Inglaterra.

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Publicado por Dom Franklin Mano em 30/11/2017 às 19h15
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29/11/2017 16h00
MARCUS MENNA DEIXA AQUELE ABRAÇO PRA VOCÊS...

Marcus nasceu em Brasília/DF, mas é carioca de criação, Rio de Janeiro/RJ, Brasil.

Cedo encontrou sua vocação musical e aos 14 anos, quando morou em Assunção/Paraguai, criou com os amigos da escola sua primeira banda, a “Sandwich de Verdura”.

Aos 15 anos, de volta ao Rio, formou a “Dead Season” com os amigos do condomínio em que morava ao mesmo tempo em que tocava em outras duas bandas, “Dito Cujo” e “Valda”. Foi intérprete de clássicos da Walt Disney em Filmes como Hércules, A Dama e o Vagabundo 2, Família Dinossauro e desenhos como Super Patos.

Fez Graduação em Música na Universidade Estácio de Sá. Lá reencontrou seus amigos do condomínio, e resolveram formar a L’Acid Jazz para tocar na noite carioca, embalando canções misturando pop rock, funk, acid jazz, hip hop e black music.

Num jogo de palavras com acid jazz, surgiu o nome LS Jack. Foram cinco álbuns lançados: 1º) Em 1999 com músicas próprias e dos Titãs e Paralamas. 2º) Em 2000, mais autoral. 3º) Em 2002, o “V.I.B.E” tornou o grupo um dos mais populares do país com "Carla" e "Uma Carta". 4º) Em 2003, o “Tudo Outra Vez” os manteve em alta com "Sem Radar", "Espírito Meu" e "Amanhã Não Se Sabe". E, 5º) Em 2004, o “Jardim de Cores”. Em 2004, antes do lançamento do último álbum, Marcus teve parada cardiorrespiratória por 20 minutos após uma cirurgia mal sucedida que o deixou em coma por dois meses.

Em recuperação desde então, Marcus retornou ao LS Jack em 2010 e mesmo com dificuldades motoras, voltou a estudar e se formou no Centro Universitário do Conservatório Brasileiro de Música, como Bacharel em Música, em 2011.

Em dezembro de 2014, o LS Jack resolveu parar e isso levou Marcus a desenvolver, junto com sua empresária, o projeto Viver de Novo, cujo objetivo é levar a sua experiência às outras pessoas de diversas formas e contribuir para o desenvolvimento e projeção do rock.

Sua recuperação surpreendente o fez voltar a tocar violão e compor. No início de 2017 houve um encontro com integrantes de bandas de rock da cena carioca que o fez decidir voltar aos palcos novamente. Atualmente promove novas bandas talentosas para interpretar canções de sua autoria e outros sucessos. Durante a apresentação musical, ainda convida novas vozes para uma participação especial.

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Publicado por Dom Franklin Mano em 29/11/2017 às 16h00
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28/11/2017 20h01
GIANINI DEIXA AQUELE ABRAÇO PRA VOCÊS...

Gianini é um Cantor, Compositor, Produtor e Artista Plástico Brasileiro, nascido no Município de Senador Amaral, Estado de Minas Gerais.

Aprendeu a tocar e cantar aos 8 anos de idade com seu avô (Silvio Gianini), apesar de eclético aos 18 anos iniciou sua carreira cantando musicas sertanejas pelo Brasil e hoje aos 43 anos grava seu primeiro álbum autoral MISTURA FINA, com ritmos variados para todos os gostos, tais como, country, blues, arrocha, popular, sertanejo e numa brincadeira saiu até um hip hop gravado em Barcelona, Espanha em parceria com Edy da Gaita e Thiago Albuquerque (O Mundo É Real).

Reside atualmente no Município de Pouso Alegre, Estado de Minas Gerais, com uma vida mais tranquila, sem muita correria, afinal foram 24 anos de estrada com muitas conquistas e amizades no meio musical.

O álbum MISTURA FINA é encontrado em todas as plataformas de mídia, vagalume, youtube, spotfy, onerpm entre outras, e as musicas poderão ser baixadas gratuitamente no Palcomp3.

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Publicado por Dom Franklin Mano em 28/11/2017 às 20h01
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28/11/2017 05h20
BRUNO GOUVEIA DEIXA AQUELE ABRAÇO PRA VOCÊS...

Bruno Gouveia é um Cantor, Compositor e Músico Brasileiro, nasceu em 18 de novembro de 1966, no Município de Ituiutaba, Estado de Minas Gerais, é mais conhecido como vocalista da banda de rock Biquini Cavadão, na qual está desde sua criação, em 1985.

O INÍCIO

Surgido em 1985, o Biquíni Cavadão nasceu do encontro, ainda em colégio, de Bruno Gouveia (vocal), Miguel Flores da Cunha (teclados), Sheik (baixo) e Álvaro Birita (bateria). Descobertos por Carlos Beni – ex-baterista do Kid Abelha – contaram com a ajuda de Herbert Vianna, dos Paralamas do Sucesso, na gravação de sua primeira música – “Tédio” – cuja execução na Rádio Fluminense FM lhes rendeu o primeiro disco na Polygram.

De Herbert também veio a sugestão do nome da banda e não demorou muito para eles completarem a formação com Carlos Coelho nas guitarras. Já no primeiro ano, “Tédio” se destacou entre as melhores canções de 85 e a banda ganhou prêmios como revelação.

O primeiro LP trouxe ainda mais participações especiais: Celso Blues Boy e Renato Russo abrilhantaram Cidades em Torrente, eleito um dos dez melhores discos de rock de 1986, e que ainda trazia sucessos como “Timidez“, “Múmias” e “No Mundo da Lua.

Primeira banda a participar do célebre Projeto Pixinguinha, o grupo percorreu o Brasil de norte a sul em tournée, enquanto compunha seus novos trabalhos. “A Era da Incerteza”, lançado em 1987, chamou a atenção da crítica, enquanto Zé (89) apresentava um banda que amadurecia diante de seu público, expondo-os em letras sobre críticas sociais, confissões pessoais e uma certa apologia à pessoa comum.

OS ANOS 90

O Biquíni era uma banda essencialmente jovem dentro do Rock Nacional. Alçaram o estrelato com apenas 18 anos, mas dividiam histórias comuns a todos. Este poder de síntese e a capacidade de falar a língua do cidadão comum é que gerou seu quarto disco Descivilização. “Zé Ninguém” entrou nas rádios em momento delicado do país. Seu refrão acabou sendo usado nas ruas pelos estudantes que pediam a saída do presidente Collor.

Outras músicas do disco tocaram, como “Impossível” e “Cai Água, Cai Barraco“, mas foi “Vento Ventania” que consagrou a banda. A música foi mais a executada nas rádios em 1992. Ganharam novos prêmios, destaques e um convite para abrir show do Red Hot Chili Peppers no Hollywood Rock, em janeiro do ano seguinte. Os shows seguiram intensos por todo país.

Em pleno auge, mudaram-se para a Sony, lançam o quinto disco, Agora, e “Chove Chuva“, um clássico de Jorge Benjor, ganhou uma nova roupagem pela banda.

Sem nunca parar de dar shows, entre 1994 e 1998, os integrantes ainda tiveram tempo para investir em projetos pessoais, lançar um livro de partituras, apostar em estúdios de gravação, tocar nos Estados Unidos, produzir discos de diversos artistas – do rock ao erudito – e ingressar pioneiramente na Internet.

Com o primeiro email para contato dos fãs, primeiro site oficial de uma banda, fecham acordo com a UNISYS e lançam um CD que visava, já em 1998, a inclusão digital, contendo um kit de acesso à Grande Rede e uma faixa interativa. O nome do disco não poderia ser outro: biquini.com.br.

Lançado pela BMG, “Janaína” logo se destacou como novo hit, seguido de “Sabor do Sol”. As coletâneas com os maiores sucessos da banda também chegaram às cem mil cópias, e eles fizeram shows e apresentações em Portugal.

Imersos na tecnologia, gravam o disco seguinte com transmissão de fotos diretamente do estúdio, além de incluírem um diário de todo o processo – isto quase 5 anos antes de alguém falar em blog, fotolog ou redes sociais. “Escuta Aqui“, que teve apoio da Apple, trouxe mais uma faixa interativa, sucessos como “Quando Eu Te Encontrar“, “Você Existe, Eu Sei” e a faixa título. Neste ano, completaram mil shows mas tiveram sua primeira baixa. Sheik, o baixista, saiu no fim de 2000.

NOVOS RUMOS, NOVO MILÊNIO

Reduzidos ao um quarteto, em 2001, o Biquíni voltou para a Universal, participaram do Rock In Rio III e lançaram um disco interpretando sucessos de seus amigos e contemporâneos da década de 80.

As versões da banda para “Carta Aos Missionários” e “Toda Forma de Poder” do disco 80 ganharam força nos palcos, mas foi “Múmias“, do próprio Biquíni, que voltou com tudo nas rádios. A canção trazia a voz original de Renato Russo (falecido há cinco anos) em novo arranjo da banda para os versos “Esperamos pela vida, vivendo só de guerra” tomou de assalto as rádios, coincidentemente na época dos ataques de 11 de Setembro.

Com uma formação diferente no palco, incluindo metais, o grupo foi gradativamente aumentando sua força nos shows pelo país. Uma nova geração veio a descobrir o Biquíni Cavadão, especialmente aquela que ia aos grandes festivais: gente que muitas vezes nem era nascida quando a banda surgiu, mas que descobriu que sabia de cor as canções antigas (embaladas por pais, tios, primos mais velhos).

A novas “Dani“, “Quanto Tempo Demora Um Mês” e “Vou Te Levar Comigo” também cairam na boca do povo. O resultado disso foi gravado em Fortaleza, no Ceará Music, e se transformou em 2005, no primeiro DVD do grupo, celebrando vinte anos com as marcas de CD de ouro e DVD de platina, além de uma extensa tour por todo país e fora dele. Tornaram-se presença obrigatória nos principais festivais e iniciaram em 2007 um novo ciclo, agora independentes.

INDEPENDÊNCIA E AUTONOMIA

Gravaram três discos de uma só vez: as coletâneas 1985/2007 vols. 1&2 , o disco de inéditas “Só Quem Sonha Acordado Vê O Sol Nascer” e não param de colecionar sucessos, como a faixa “Em Algum Lugar No Tempo.

Em 2008, entraram no Circo Voador, Rio de Janeiro, no dia 20 de Setembro e gravaram para a Somlivre seusegundo CD e DVD. O sucesso do disco “80” , de 2001, rendeu-lhes o convite para um volume 2, desta vez, ao vivo. Com convidados projetados num telão digital, o Biquini fez uma homenagem ao rock brasileiro trazendo várias participações. O rock da nova geração se fez presente com Tico Stª Cruz (Detonautas) e Egypcio (Tihuana) enquanto Claudia Leitte e Hudson (solando guitarra) provaram que o rock também influenciou artistas de outros estilos. A tournée deste CD varreu o país por mais de vinte estados e mais de cem shows em 2009. Ao mesmo tempo, o primeiro DVD Ao Vivo chegou à marca de diamante com mais de cem mil cópias vendidas, totalizando assim mais de um milhão de discos em sua carreira.

Com presença nos principais festivais do ano (Triângulo Music, Ceará Music, Piauí Pop, Fest Music Belém, Festival de Inverno de Brasília, Festival de Verão de Salvador…) o grupo compôs uma nova música “Acordar Pra Sempre Com Você” em parceria com Lucas Silveira, do grupo Fresno,  e fez seu lançamento no final de 2009. Decidiram lançar músicas pela Internet ao invés de gravar um novo disco. Assim, foram registrando e ganhando novos fãs a cada nova canção. “Agora É Moda“, clássico de Rita Lee foi regravada para a novela TiTiTi e o balanço “É Dia De Comemorar” foi o destaque de 2011 nos shows.

Veio a idéia de transformar estas e outras músicas num novo disco que começou a ser gravado em junho. Fizeram um breve desvio na Dinamarca, em meio a mais uma tournée, e finalizaram o disco em meados de 2012. Roda-Gigante chegou ao mercado em 2013 em três formatos: CD, vinil picture disc e no inovador Pen-Drive NEO, numa proposta revolucionária na forma de se ouvir música.

Assinaram com a Warner em Janeiro e a música “Entre Beijos e Mais Beijos” foi o ponto de partida para a roda-gigante do Biquini Cavadão dar mais uma volta pelo país. Mas foi “Roda-Gigante“, a faixa título, que deu ao grupo uma indicação ao Grammy Latino na categoria de melhor canção brasileira de 2013, concorrendo com artistas como Roberto Carlos, Gilberto Gil, Djavan e Caetano Veloso, entre outros.

LONGEVIDADE

Aclamado como um dos melhores CDs de sua carreira por crítica e público, chegou a vez de fazerem um registro ao vivo, bem como de celebrar, com este novo trabalho, os trinta anos da banda. A cidade escolhida desta vez foi Goiânia, no coração do país. O registro em CD, DVD e Blu Ray, saiu pela Sony Music no final de 2014 e deu início a uma extensa tour que a banda fez “pelos quatro cantos do mundo”, como diz a canção “Vento Ventania“. Por isso mesmo, o disco saiu com o título de Me Leve Sem Destino. As inéditas “Livre“, “No Mesmo Lugar” e a reedição de “Zé Ninguém”  (25 anos depois de criada, ainda atualíssima), representaram este trabalho nas rádios pelo país.

Ao longo da extensa tournée, os quatro integrantes começaram a buscar novos rumos para os próximos trabalhos. Veio então a idéia de gravar com o produtor Liminha, um sonho antigo ainda não realizado. O resultado deste novo trabalho, só de músicas inéditas, saiu no início de 2017 com o titulo As Voltas Que O Mundo Dá,  trazendo um Biquini totalmente renovado. “Um Rio Sempre Beija O Mar” saiu em Janeiro, se tornando uma das mais executadas faixas da banda no segmento pop-rock e uma nova tournée já está acontecendo.

Mais de trinta anos se passaram, e os garotos de 18 anos que iniciaram esta jornada, em 1985 , continuam pulando nos corações de Bruno, Miguel, Alvaro e Coelho. Definitivamente o Biquini Cavadão não sai de moda!

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Publicado por Dom Franklin Mano em 28/11/2017 às 05h20
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Imagem de cabeçalho: raneko/flickr