Meu Diário
25/07/2017 09h13
ÉLIDAH TRINTA E RENATO PIAU DEIXAM AQUELE ABRAÇO PRA VOCÊS...

ÉLIDAH TRINTA

Élidah Trinta Atriz, Bailarina, Cantora, Compositora, Manequim e Modelo Brasileira, sobrinha de Joãosinho Trinta.

Participou de clipes musicais de Agepê e Moraes Moreira para o programa "Fantástico", da TV Globo nos ano de 1986 e 1987. Em 1988 formou-se em Turismo, pela Universidade Estácio de Sá. No ano posterior, em 1989, transferiu-se para a Itália, onde residiu até o ano de 1992, desenvolvendo trabalhos para as emissoras de televisão Rai Uno e Canale 5.

De volta ao Brasil, em 1993, estudou teatro com Ana Kfuri na Casa de Artes Laranjeiras e canto, solfejo, percepção musical e violão com Léo Shanty. No ano de 1996 estudou Teoria e Técnica Musical na Associação Brasileira de Canto e Coral. Com Emilson estudou canto, técnica americana de respiração em 1999. No ano seguinte, em 2000, residiu na Inglaterra e Espanha.

Em 2001, com Wladimir Cabanas, estudou técnica vocal, solfejo e canto lírico. No ano de 2002, com a professora Sabrina, estudou violão e canto, técnica geral com Henrique Mota. Trabalhou em cruzeiro de navio nos Estados Unidos e Caribe, em 2007. No ano posterior, em 2008, com Martha Here, Jaunelle Celaire e Edinéia de Oliveira, fez o curso teórico e prático de "Canto" na "14ª Edição do Rio Internacional Cello Encontre", com direção de David Chefe.

Como atriz, da Rede Globo, trabalhou em várias novelas, entre as quais "Vale Tudo" (de Gilberto Braga, Aguinaldo Silva e Leonor Basseres, em 1988); "Cara e Coroa" (de Antônio Calmon, em 1993) e "Salsa e Merengue" (de Miguel Falabella, em 1996).

No teatro atuou na peça "O Senhor das Terras e a Revolta dos Pelados", apresentada no Teatro Dulcina e no palco do teatro do Instituto de Educação do Rio de Janeiro no ano de 1995. Neste mesmo ano, como atriz, participou da peça "A pequena sereia", apresentada no Teatro Scala, na Itália, dentre outros teatros de cidades do norte da Itália; trabalhou na peça teatral "Tutuca na idade do lobo", no Teatro SESC de Madureira, Teatro de Campo Grande e no Clube Municipal do Rio de Janeiro. Desfilou como destaque nas Escolas de Samba Beija-Flor de Nilópolis, Tradição, Viradouro e São Clemente.

Em 2016 participou do show "Encontros com Ricardo Brito", no Botte's Bar, no Beco das Garrafas (em Copacabana), ao lado de Clarice Magalhães, Tati Vidal, Monalise Monteiro, Agenor de Oliveira, Beto Brown, Carlinhos Motta, Chico Sales, Marcos Ariel, Galloti e os poetas Euclides Amaral e Geovana Píres.

No ano de 2017 lançou o EP "Tatuar", com produção e arranjos do guitarrista Victor Biglione e participação do baterista Roberto Marques Alemão. No disco, lançado na livraria Bolívar, em Copacabana, interpretou as composições autorais "Teia", "Jardim", "Falso herói" e "Blues cidade", além da faixa-título "Tatuar". Ainda em 2017 participou como convidada especial do show de Maurício Maestro no Bar Cariocando, no bairro do Catete.

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RENATO PIAU

Renato Piau, Arranjador, Cantor, Compositor, Guitarrista, Produtor Fonográfico e Violonista Brasileiro.

No início da década de 1970 mudou-se para o Rio de Janeiro a convite do poeta Torquato Neto, com quem iniciou parceria. Como guitarrista e violonista acompanhou boa parte dos artistas da MPB. Fundou a editora musical e gravadora Guitarra Brasileira, pela qual lançou vários discos de artistas brasileiros. No ano de 2005 lançou o songbook "Renato Piau - Guitarra Brasileira", no qual apresentou 17 composições. Um dos fundadores do Bloco do Sampaio, entidade carnavalesca em homenagem ao cantor e compositor Sérgio Sampaio. Em 2017 seu songbook "Renato Piau - Guitarra Brasileira" foi atualizado e reeditado pela editora paulistana Keyboard Editora Musical Ltda.

Na década de 1970 acompanhou Raul Seixas, Sérgio Sampaio, Luiz Gonzaga, Fagner, Nana Vasconcelos, Chuck Berry, Sandra de Sá, Ron Carter, Tânia Maria, Baiano e os Novos Caetanos, Zé Ramalho, entre muitos outros. Compôs com Chico Anísio e Arnaud Rodrigues várias músicas gravadas pela dupla Baiano e Os Novos Caetanos, com a qual viajou em turnê por todo o país.

Na década de 1980 acompanhou Luiz Melodia com quem desenvolveu parceria em várias composições, entre elas, "Cara a cara", "Morena da novela" e "Cuidando de você", gravadas com sucesso, pelo próprio parceiro e ainda "Este filme eu já vi", interpretada por Cássia Eller, com quem também trabalhou como violonista. Participou da Banda Vitória-Régia, que acompanhava Tim Maia, que também gravou um de seus sucessos, "Pais e filhos".

Em 1990, pela gravadora CID, lançou o primeiro disco, o CD "Camelo voador", em parceria com Carlos Cal. Neste disco interpretou várias de suas composições, entre elas, "Jane das Selvas" (c/ Krisnas), "Carmelita", "Te quero já" (c/ James Feldem) e "O Arco da Lapa", parceria com o poeta Sergio Natureza, que lhe foi apresentado por Torquato Neto, no início da década de 1970. Fez a trilha sonora para o antológico disco no qual o Cardeal Dom Hélder Câmara leu textos da Bíblia. No ano de 1995, gravou o primeiro disco individual "Guitarra brasileira", lançado pelo Selo Amazon Records, disco no qual contou com a participação especial de Luiz Melodia nas faixas "Fadas" (Luiz Melodia) e "Me beija" (c/ Luiz Melodia e Tureko). Neste mesmo disco, regravou "Palhaço" (Nelson Cavaquinho, Oswaldo Martins e Washington Fernandes). Ainda deste disco, uma outra composição viria a ressaltar na mídia, "Gato por lebre", parceria com Sergio Natureza, que virou tema de um dos programas "Globo Ecologia". Nas participações especiais deste disco constaram Raul de Souza no trombone, Sebastião Tapajós no violão e Tinho Martins (João Batista Martins) no saxofone. Em 1998 participou do CD "Balaio do Sampaio", disco produzido por Sergio Natureza para a MZA e distribuído pela PolyGram. O CD contou com as participações de João Nogueira, Erasmo Carlos, Zizi Possi, Chico César, Zeca Baleiro, Elba Ramalho, Eduardo Dusek, João Bosco, Luiz Melodia, Jards Macalé, Lenine e o próprio Renato Piau interpretando a faixa "Que loucura". Neste mesmo ano de 1998, participou com duas faixas da coletânea piauienses "Rádio Barulho Vol. II". No ano seguinte, em 1999, participou do disco "Acústico", de Luiz Melodia, gravado ao vivo no Teatro Rival do Rio de Janeiro, ao lado do guitarrista Perinho Santana, figurando no CD sua parceria com Luiz Melodia "Cara a cara". Neste mesmo ano, seu disco "Guitarra brasileira" foi reprensado e ganhou a faixa-bônus "Meu pobre blues", de Sérgio Sampaio, antigo sucesso da cantora Zizi Possi. Ainda em 1999, sua música "Choro alegre" gravada anteriormente no CD "Guitarra brasileira", ganhou letra de Euclides Amaral e Rubens Cardoso, com o nome de "Choro de passarinho", sendo gravada no CD "Do nada", pela cantora Denise Krammer, juntamente com "O Arco da Lapa", parceria com Sergio Natureza. Ainda neste ano, participou da coletânea "Conexão carioca", produzida por Euclides Amaral e Paulo Renato. Neste disco, apresentado por Ricardo Cravo Albin, participou interpretando uma nova gravação de "Gato por lebre" (c/ Sergio Natureza) e uma regravação de "Choro de passarinho", desta vez interpretada pela cantora Elza Maria. Ainda neste ano Cássia Eller gravou "Esse filme eu já vi", parceria com Luiz Melodia.

No ano 2000 Rodrigo Moreira lançou a biografia de Sérgio Sampaio "Eu Quero botar Meu Bloco na Rua". Neste livro o escritor faz várias referências a Renato Piau, que conviveu durante muitos anos com o biografado. Neste mesmo ano participou da coletânea "Conexão carioca 2", disco produzido por Euclides Amaral com apresentação de Ricardo Cravo Albin no qual interpretou "Cadillac do prefeito" (c/ Sergio Natureza). Em 2002 produziu com Alfredo Herkenhoff o CD "O Tom do Leblon", lançado pelo selo Guitarra Brasileira, do qual participaram Dalmo Castelo, Elza Maria, Chico Caruso, Jards Macalé, Luiz Melodia, Dulce Quental e Alfredo Karam, Baden Powell, entre outros. Neste mesmo ano, fez a trilha sonora do disco do poeta Manoel de Barros, lançado pelo Selo Luz da Cidade em parceria com o selo Guitarra Brasileira. No ano de 2003, também pelo selo Guitarra Brasileira e com distribuição nacional da gravadora CID, lançou o CD "Blues do Piauí", no qual foram incluídas, entre outras, "Andarandei" (c/ Torquato Neto), "Amareluz" (c/ Manoel de Barros), "Cuidando de você" (c/ Luiz Melodia), "Férias" (c/ Sergio Natureza) e "Catira" (c/ Arnaud Rodrigues). No disco também foram incluídas "Estácio, eu e você" (Luiz Melodia), "Na palma da mão" e "Baião, um abraço ao Tio Neguinho", ambas de sua autoria. Em 2005 relançou o disco "Blues do Piauí" com o nome de "Guitarra brasileira 2", mantendo a mesma sequência de músicas. Ainda em 2005 produziu a coletânea "Balaio atemporal", na qual participaram, entre outros Luiz Melodia, Tim Maia, Fábio Rolon, Perinho Santana e Rubens Cardoso, este último interpretou uma nova gravação de "Choro de passarinho". Neste disco também interpretou diversas composições de sua autoria, e ainda "Meu pobre blues", de Sérgio Sampaio. Em 2006 sua composição "Choro de passarinho" foi incluída no CD "As tribos", de Rubens Cardoso. Neste mesmo ano cantora Claudia Amorim lançou o CD "...para entender as estrelas", pelo Selo Guitarra Brasileira, produzido por Di Steffano e Renato Piau, que também atuou como arranjador, na direção musical e executou os violões). No disco a cantora incluiu de sua autoria as faixas "Maria noite e dia" (c/ Arnaud Rodrigues) e "Amanhã sai no jornal", parceria com o poeta Ronaldo Santos. No ano de 2007 fez participações especiais no disco "Acreditar - Heloisa Helena canta Luiz Melodia", de Heloisa Helena, nas faixas "Cara a cada" (violão e voz); "Surra de chicote", "Fadas" e "Magrelinha", as três de Luiz Melodia, nas quais tocou violão. Neste mesmo ano Luiz Melodia, no disco "Estação Melodia", gravou em dueto com Jane Reis "Choro de passarinho" (c/ Rubens Cardoso e Euclides Amaral) e "Nós dois", parceria de ambos. No ano posterior, em 2008, compôs a trilha sonora para o documentário "Paixão pela palavra", com direção de Cláudio Savaget, sobre a vida e obra do poeta Manoel de Barros, levado ao ar em capítulos no Canal Futura. Ainda em 2008 sua composição "Choro de passarinho" foi regravada, por Luiz Melodia e Jane Reis, no DVD "Luiz Melodia MTV". No ano seguinte, em 2009, Claudia Amorim lançou o clipe da faixa "Amanhã sai no jornal", com direção de Maurício Salles.

No ano de 2010 fez participação especial no CD "Alma Carioca", de Heloísa Helena, na faixa "Lorena", composta com Luiz Melodia e Mahal. No disco também foram incluídas de sua autoria "Simplesmente outra vez" e "E agora vem", parceria com Arnaud Rodrigues.  Em 2012 Claudia Amorim, no CD "Sede", regravou "Amareluz" (c/ Manoel de Barros), no qual participou cantando a faixa ao lado da cantora carioca. Neste mesmo ano a cantora Juliele, no disco "Balé de luz", gravou "Sonho real", parceria com Luiz Melodia. Participou, ao lado de Pecê Ribeiro, Sidney Mattos, Big Otaviano, Reizilan, Carlos Dafé, Anna Pessoa, Marko Andrade, Reppolho, Victor Biglione e Cláudio Latini, do CD "Quintal Brasil - Poemas, Letras & Convidados", do poeta e letrista Euclides Amaral, no qual interpretou a faixa "Lua do meu ser" (Milton Sívans e Euclides Amaral). Neste mesmo disco a cantora Elza Maria regravou "Choro de passarinho". No ano de 2013, foi uma das principais atrações do "Festival Smile In Concert", evento anual da cidade de Stuttgart (capital do estado de Baden-Württemberg, na Alemanha), no qual recebeu como participação especial as cantoras Marina Wagner e Cláudia Amorim. No ano posterior, em 2014, o cantor e compositor lançou em show no Teatro Rival BR, no Rio de Janeiro, o CD "Zerima", seu 14º disco solo (gravadora Som Livre), no qual interpretou de sua autoria "Cura" (c/ Luiz Melodia) e a faixa instrumental "Sonho real", também de parceria com Luiz Melodia. Em 2015 apresentou o evento "Renato Piau convida Elza Maria", na Lona João Bosco, no bairro de Vista Alegre, Zona Norte do Rio de Janeiro, no qual a cantora e compositora lançou o CD "Dança de ternuras". No ano seguinte, em 2016, acompanhando ao violão o cantor e compositor Luiz Melodia, fez show em Belo Horizonte e turnê por várias cidades da Suíça, inclusive em Genebra, onde também se apresentou em show solo, na "2ª Festa de São Jorge", no Espaço GGBG, dividindo o palco com o cantor e compositor Nil Lus. Ainda em 2016 dirigiu o projeto "Renato Piau Convida", apresentado Bar Insensato, na Lapa, no qual recebeu como convidados, em suas várias edições, Toninho Gerais, Elza Maria, Cláudio Jorge e Cláudia Amorim, com uma banda formada por Karika (percussão) e Wagner (baixo), além do próprio violonista. Neste mesmo ano Arlindo Cruz e seu filho Arlindo Neto regravaram a composição "Pais e filhos" (c/ Arnaud Rodrigues), incluída no CD "2 Arlindos", lançado pela gravadora Som Livre. Entre seus parceiros constam os poetas-letristas Ronaldo Santos, Lysias Ênio, Carlos Galvão, Manoel de Barros, Euclides Amaral, Salgado Maranhão, Torquato Neto, Chico Anísio, Arnaud Rodrigues e Sergio Natureza. Com mais de 200 músicas gravadas, por diversos artistas da MPB, participou como cantor em cerca de 17 CDs, entre discos solos e coletâneas. Seu trabalho foi citado em mais de dez livros sobre a história MPB, por autores como Ricardo Cravo Albin, Nélson Motta, André Diniz, Rodrigo Moreira, Euclides Amaral e Antônio Carlos Miguel, além das biografias de Sérgio Sampaio, Tim Maia, Zé da Velha & Silvério Pontes e Cássia Éller, entre outras. Sobre seu trabalho escreveu o poeta Manoel de Barros: "A guitarra de Renato Piau faz milagre, pode até nomear relâmpagos".

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Publicado por Dom Franklin Mano em 25/07/2017 às 09h13
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25/07/2017 07h57
IZZA DEIXA AQUELE ABRAÇO PRA VOCÊS...

Izza é o nome artístico de Raísa Campos, Atriz, Cantora e Compositora Brasileira, natural do Município de Fortaleza, Estado do Ceará que escolheu o Município de Belo Horizonte, Estado de Minas Gerais para ser sua segunda casa há quase uma década.

Multiartista desde criança, Izza traz em seus 28 anos um currículo com participação em diversos projetos, como o grupo Oxente Uai, Duo Nós2 e Coletivo Mutável.

Suas canções integraram trilhas de espetáculos tais como O Menino que Sonhava Demais (2012), Cor Agem (2014) e Amor e Outras Palavras Mutáveis (2016).

Com o grupo Oxente Uai, lançou o CD Feito Passarim, contando com a direção musical Fernanda Gonzaga. “Cosmópolis” é seu trabalho mais autoral, íntimo e pessoal, trazendo referências mais contemporâneas que sempre permearam a criação da artista.

Fotografia: Paula Libéria

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Publicado por Dom Franklin Mano em 25/07/2017 às 07h57
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24/07/2017 15h10
PAULO CARVALHO DEIXA AQUELE ABRAÇO PRA VOCÊS...

PAULO CARVALHO LANÇA SINGLE EM PARCERIA COM MARCELO JENECI, faixa grandiosa “Qual o Porquê?” conta com produção de Kassin, arranjos do maestro Arthur Verocai, piano de Jeneci e orquestra com vinte músicos.

Com uma bagagem de parcerias que inclui nomes como Arnaldo Antunes, Curumin, Regis Damasceno, Pélico, Luciana de Carvalho, André Lima e o espanhol Pecker, o psiquiatra, poeta, compositor e cantor Paulo Carvalho lança o single “Qual o Porquê?”, assinado pelo artista ao lado de Marcelo Jeneci. O encontro da sofisticada e penetrante poesia de Paulo com a sensibilidade de Jeneci expressa nas notas de seu piano resultou numa música épica e emocionante enaltecida por produção de Kassin, arranjo e regência do maestro Arthur Verocai e participação de vinte músicos de orquestra: oito violinos, quatro violas, quatro violoncelos, trompas, flautas, baixo acústico e percussão.

Gravada no estúdio carioca Nas Nuvens, a faixa foi concebida numa tarde na casa de Jeneci. Encantado com a letra escrita por Paulo, o compositor entrou numa espécie de transe musical e em conexão absoluta com as palavras compôs a faixa em cerca de três minutos. "Batemos um recorde pessoal”, brinca Paulo. "Escrevi a letra há mais de dez anos e ela tinha tudo a ver com a conversa que tivemos durante o almoço, antes do Jeneci ler a poesia. Não foi à toa.”, complementa. O single “Qual o Por Quê” está nas plataformas digitais  desde agosto de 2016. O novo álbum está previsto para o mês de Junho de 2017.

A palavra é o elemento que conecta o paulistano multifacetado Paulo Carvalho com seus diversos universos de atuação: a psiquiatria, a poesia, a música e as artes visuais e cênicas. Com dois discos lançados, "De Longe" (2007), produzido por Fernando Catatau e Yuri Kalil; e "O Amor é Uma Religião" (2012), produzido por Regis Damasceno e Yuri Kalil; Paulo Carvalho se prepara para lançar um novo álbum, Carvão. Se o amor foi o tema de sua última obra, é o desamor desta vez que dita a união das faixas. O sentimento que gera a possibilidade de recriar o amor e recomeçar. É o fim que precede o recomeço de tudo. Depois das guerras, dos tsunamis afetivos, resta a vontade inominável de reconstruir o pilar dos nossos afetos. Assim, o músico prepara um novo disco de amor mas visto por outra face de sua complexidade.

Paulo mergulhou na poesia aos quatorze anos de idade e assinou sua primeira composição musical aos vinte e três anos. A história do médico artista com a poesia e a música foi desenhada desde sua infância. Filho de um médico literato que recitava poesia em casa e de uma amante da música, ainda criança frequentou ao lado da irmã e parceira musical, Luciana Carvalho, shows de grande nomes da música popular nacional como Chico Buarque, Caetano Veloso, João Gilberto, Gal Costa e Gilberto Gil. Nascido no bairro do Ipiranga, começou a tocar piano aos sete anos e aos doze, estudava baixo. Aprendeu violão com a irmã, que ensinou a ele a batida do samba e da bossa-nova.

O currículo literário de Paulo Carvalho também revela preciosidades. O livro de poemas “Quintal”, com publicação prevista para 2018, tem como madrinha a poeta Adélia Prado e como padrinho o escritor e também médico, como Paulo, Moacyr Scliar, que foi membro da Academia Brasileira de Letras. Foi seu pai, Paulo de Carvalho, o grande incentivador da veia literária do artista, mantendo a casa sempre repleta de livros e leitura de poesia. Criado numa família que recitava poemas na sala de estar, trouxe a herança poética para os filhos que desde muito pequenos ouviam versos de Vinícius de Moraes, Carlos Drummond de Andrade e poetas parnasianos. Apresentou ainda ao filho a obra de Adélia Prado, incluindo o poemaEnsinamento”, um dos mais lindos da escritora de acordo com o compositor. Daí em diante, Paulo nunca mais pôde viver longe dos livros e, principalmente, da experiência poética.

A transição entre poesia e produção musical na história de Paulo se deu naturalmente, após a finalização do curso de medicina. Na época, o estudante ministrava palestras de história da música popular brasileira na faculdade e sua irmã começou a musicar seus versos. No último ano do curso, momento da escolha da especialidade, Paulo compreendeu a enorme importância que as palavras tinham em sua vida e optou pela psiquiatra. "Eu já havia desenvolvido até ali muitas ações ligadas à palavra. Foi natural entender que a cura através das mesmas palavras e pela observação subjetiva seriam um caminho profissional genuíno.”, conta o psiquiatra e terapeuta.

Além das atuações na poesia, literatura, música e psiquiatria, Paulo incorpora à sua produção elementos de artes cênicas visuais. Seus videoclipes contam com participações de atores relevantes como e Guilherme Weber e Natalia Lage entre outros.

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Site > www.paulocarvalho.art.br

Facebook > www.facebook.com/paulocarvalhoficial

Youtube > www.youtube.com/c/paulocarvalhoficial

Soundcloud > www.soundcloud.com/paulocarvalho

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Publicado por Dom Franklin Mano em 24/07/2017 às 15h10
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21/07/2017 22h11
UGO DUARTE DEIXA AQUELE ABRAÇO PRA VOCÊS...

Ugo Duarte, aos 14, tinha o cabelo grande e andava com os roqueiros da escola; todos aprendiam a tocar violão. Então ganhou de seu pai um Kashima de R$ 95, cordas de aço, que lhe causava bons calos. Meses depois, saíram as primeiras composições; toscas, mas saíram. Compor é um exercício...

As influências sonoras são naturais ao contexto: Ugo é de uma família de artistas; é de uma cidade de artistas. Desde a infância, acostuma os ouvidos aos clássicos da MPB, ao rock progressivo, ao brega dos bares de esquina. Recife o apresentava a forte musicalidade de Alceu Valença, Geraldo Azevedo, Reginaldo Rossi, Chico Science...

Aos 17, faz o seu primeiro show no Quintal do Lima, solo e com repertório autoral, cantando depois de Zeh Rocha, antigo parceiro de Lenine.

Nos primeiros anos da universidade (cursa Direito na PUC como bolsista), conhece seus principais parceiros na música, entre eles o guitarrista Ivinho (Ave Sangria), tido como um mestre, amigo e vizinho da Boa Vista.

Em 2015, larga um cargo público e produz em seu apartamento o primeiro disco, “Sempre que os teus olhos brilham”, uma viagem de 8 canções, com a dose de nostalgia de quem se despede de sua cidade.

Atualmente, Ugo Duarte vive no centro de São Paulo, é servidor do Ministério Público, grava um novo EP, e tem atividade constante nas redes sociais: vídeos, crônicas, poemas, reflexões diariamente. Tem um repertório como intérprete de Belchior (defendido no 1° Festival de MPB de Itarema/CE), outro cantando Fagner, Zé Ramalho, Ednardo, Alceu (e outros), além de dois shows autorais.

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Publicado por Dom Franklin Mano em 21/07/2017 às 22h11
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18/07/2017 21h38
CORINA MAGALHÃES DEIXA AQUELE BEIJO PRA VOCÊS...

Corina Magalhães é uma Intérprete Brasileira que vem se destacando pelo seu estilo próprio.

Nascida no Município de Cambuí, Estado de Minas Gerais, iniciou muito cedo sua vida artística e atualmente vem definindo um estilo musical próprio, fazendo fusões de estilos variados, trabalhando a ideia de fazer samba de um jeito diferente. Seu estilo é marcado por diferentes influências, entre elas o choro, o samba e o jazz, tendo como principais referências Paulinho da Viola, João Nogueira, Rosa Passos, Chico Buarque, Elis Regina, Isaurinha Garcia, Pixinguinha, Jacob do Bandolim, Leny Andrade, Munir Hossn, Esperanza Spalding, Ella Fitzgerald, entre outros grandes mestres.

Sua infância, em Minas Gerais, foi marcada pela música. Aos sete anos iniciou suas aulas de piano. O interesse pelo canto veio aos 10 anos, quando passou a estudar no Conservatório de sua cidade, tendo sido logo convidada a se apresentar profissionalmente, acompanhada por músicos da região.

Em 1996 foi estudar em São Paulo, no Conservatório Paes de Barros, e mais tarde entrou para o Clamzimbo, onde estudou canto popular. Em 2016, Corina lançou seu primeiro disco, Tem Mineira no Samba, que foi indicado ao Grammy Latino 2016 como melhor álbum de samba.

TEM MINEIRA NO SAMBA

CD indicado ao Latin Grammy 2016.

Em seu primeiro álbum, Corina Magalhães interpreta com maestria 14 músicas de compositores mineiros consagrados, de Ary Barroso, Geraldo Pereira e Ataulfo Alves à Milton Nascimento, Affonsinho e Vander Lee. A proposta leva ao público uma releitura ousada destas composições, explorando novas sonoridades, adaptando instrumentos e arranjos que não são comuns ao estilo, modernizando a ideia dos sambas clássicos deste repertório. O resultado deste trabalho ficou tão rico e harmonioso que o CD Tem Mineira no Samba foi indicado ao Latin Grammy na categoria Melhor Álbum de Samba no ano de 2016.

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Site > www.corinamagalhaes.com.br

Facebook > www.facebook.com/corinamagalhaesoficial/ 

 

 


Publicado por Dom Franklin Mano em 18/07/2017 às 21h38
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Imagem de cabeçalho: raneko/flickr