Meu Diário
27/11/2018 12h45
PRISCILA PATTA DEIXA AQUELE ABRAÇO PRA VOCÊS...

A REDE SOLA DE DANÇA nasce em 2015, do desejo e da necessidade de se criar espaços e ações para solos de dança.

Em 3 anos de atuação, realizou 11 ações - sendo 4 de grande porte: Lançamento Rede Sola De Dança (maio/2016); Aniversário RSD (dezembro/2016); Os Mestres Dançam (setembro/2017); Temporada para Solos de Dança (julho-agosto/2018). Passaram mais de 100 artistas, além da equipe técnica e de produção nestes três anos.

A fundadora Priscila Patta é especialista em dança Contemporânea e Oriental, profissional atuante há 18 anos nas áreas de educação, produção, direção, coreografia, curadoria, interpretação e pesquisa.

Trabalhou com Milton Nascimento, Bia Lessa, Pedro Pederneiras, Rui Moreira, Henrique Rodovalho, Suely Machado, Tuca Pinheiro, Fernando Martins, Wagner Moreira (Brasil/Alemanha), Alicia Sanchez (México), Barulhista, Gil Amancio, Ricardo Aleixo, Léo Gonçalves, Geraldo Otaviano, Marise Dinis, Arnaldo Alvarenga, Eduardo Sô, Leandro Belilo, Carla Normagna, Dulce Beltrão, Dudude, Dayse Faria, Maurício Tobias, Marlene Silva, entre outros.

Prêmio Klauss Vianna 2015 com o Coletivo #Tapiocatouch. Pesquisadora de CORPO-ONDA. Seu trabalho alcançou 13 países e quase todo o território Brasileiro.

Registro Fotográfico: Bellyfusion ©Pablo Bernardo

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Publicado por Dom Franklin Mano em 27/11/2018 às 12h45
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26/11/2018 18h07
TAMARA FRANKLIN DEIXA AQUELE ABRAÇO E BEIJO PRA VOCÊS...

Oriunda de Ribeirão das Neves, mulher, preta, cantora, compositora, pesquisadora da cultura popular e afrobrasileira e, antes de mais nada, MC. Tamara Franklin é a artista à qual cabem todos estes títulos.

Ainda criança Tamara já escrevia seus primeiros versos. No ano de 2005, aos 14 anos, fundou o grupo Ideologia Feminista H2S2 (Hip Hop Sobre o Salto) a fim de desconstruir o machismo predominante no RAP. Tamara Franklin foi a primeira mulher mineira a cantar no maior festival de Hip Hop da América Latina: HÚTUS (2009).

Empoderando de sua ancestralidade, saberes e experiências por via de todas as suas referências, em 2014 lançou seu primeiro videoclipe, que deu origem no ano seguinte ao CD de mesmo nome, Anônima. Esse trabalho marcou sua trajetória, pois foi classificado em 22º lugar pelo site especializado VaiSerRimando no ranking dos melhores videoclipes do Rap nacional do ano.

O CD revela seu olhar para possibilidades ao congregar RAP, samba, reggae, baião, tambores e cantos africanos em um único disco. Com este trabalho a artista alcançou reconhecimento no estado, principalmente, por sua versatilidade ao transitar entre os vários segmentos da música negra e popular com o seu RAP. E é o que vem impulsionando a carreira da cantora ainda nos dias atuais, possibilitando a conquista de um público totalmente diversificado.

Com esse trabalho teve a oportunidade de se apresentar em projetos como SESC Palladium (2015), Virada Cultural de BH (2016), Cine Ouro Preto (2017), Festival Internacional Audiovisual (2017), Festival Artes Negras (2017), Viva Rua – SESC (2018) entre outros espaços. E atualmente se dedica ao estudo e imersão nas culturas populares contemporâneas e ancestrais.

Além das diversas apresentações e matérias em veículos de comunicação importantes como Jornal Estado de Minas, O Globo, Neo Griot - New Orleans, Tempo Novo (ES). entre outros, Tamara teve a oportunidade de Compor e Dirigir o projeto de artistas negros de Minas Gerais - Nós Temos Um Sonho, Junto com com artistas renomados como Vander lee, Sergio Pererê e Maurício Tizumba.

Registro Fotográfico: Mateus Rodrigues

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Winy Mangabeira e Romulo Silva - Produção Tamara Franklin

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Publicado por Dom Franklin Mano em 26/11/2018 às 18h07
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26/11/2018 00h19
PAULINHO MOSKA DEIXA AQUELA SAUDAÇÃO PRA VOCÊS...

MOSKA - BELEZA E MEDO 2018

(Paulinho) Moska lança seu novo disco de inéditas no segundo semestre de 2018 pela Gravadora Deck. O novo trabalho do artista foi produzido pelo lendário produtor musical Liminha.

A volta aos palcos com o formato de show com banda, e sua nova tour, de pegada mais poprock, tem relação direta com o disco e com as canções recém-gravadas por Moska.

O repertório do novo show conta com os maiores sucessos de sua sólida estrada, como “Pensando em Você”, “A Seta e o Alvo”, “A Idade do Céu”, “Somente Nela”, “Namora Comigo”… e canções novas e inéditas de seu novo trabalho, incluindo a canção “Minha Lágrima Salta” que está na trilha sonora da novela Malhação, da Rede Globo.

Comemorando 25 anos de carreira solo, o novo show e a nova tour marcam o retorno do artista ao formato banda, após passar os últimos 2 anos viajando por todo o Brasil com o aclamado espetáculo Violoz – Moska, Violões e voz (onde se apresentava sozinho no palco alternando atos com 5 violões diferentes).

A poderosa banda que estará ao seu lado é composta por quatro músicos (baixo, bateria, guitarra e teclados) e conta com direção musical de Rodrigo Suricato (Vocalista e Guitarrista do Barão Vermelho).

Com seus grandes sucessos, suas músicas inéditas, sua nova banda junto ao seu violão condutor, Moska nos leva a uma viagem poética sobre a vida, com canções que nos fazem pensar e ao mesmo tempo transcender em suas imagens.

Um show vigoroso, uma noite especial!
Cheia de poesia e explosão.
Beleza e Medo.

MOSKA HISTÓRICO

Paulinho Moska nasceu no Rio de Janeiro, em 27 de Agosto de 1967. Caçula de 4 irmãos, quando sua casa já era cheia de música e diversidade. Quando era criança, gostava de colecionar coisas. Tampinhas de garrafa, selos, conchas, latinhas de refrigerante, quadrinhos, figurinhas, discos, pedras, fotografias, chaves. E assim o menino montou, tijolo por tijolo, o mundo em que pretendia viver: costurando informações das áreas mais variadas, colando fragmentos de sons e pedaços de imagens de todos os tipos e origens. O primeiro violão era do irmão mais velho. Os primeiros ídolos foram Caetano Veloso e Gilberto Gil.

Na adolescência Moska foi estudar teatro. Assim que completou o curso da CAL (Casa das Artes de Laranjeiras), em 1984, começou a atuar no cinema. Participou de filmes como “A Cor do seu Destino” (1986), de Jorge Duran, “Um Trem para as Estrelas” (1988), de Cacá Diegues, “O Mistério no Colégio Brasil” (1988), de José Frazão, “Kuarup” (1989), de Ruy Guerra, e “O Homem do Ano” (2003), de José Henrique Fonseca. Em 2013, voltou às telas em “Minutos Atrás”, de Caio Sóh, contracenando com os atores Vladimir Brichta e Otávio Muller com a trilha sonora composta especialmente por Moska e André Abujamra.

As primeiras gravações profissionais de Moska aconteceram no álbum de estreia do grupo vocal A Garganta Profunda, “A Orquestra de Vozes” (1986). Ao lado de outros integrantes do Garganta (Luiz Nicolau e Luis Guilherme), aos 20 anos fundou aquela que seria sua primeira experiência de popularidade no fim dos anos 1980: Os Inimigos do Rei. Com a banda lançou dois discos (“Os Inimigos do Rei”, em 1989 e “Os Amantes da rainha”, em 1991), emplacou nacionalmente os hits “Uma Barata Chamada Kafka” e “Adelaide” e invadiu rádios e televisões do país em turnê de shows por dois anos seguidos.

Após sair do Inimigos, Paulinho Moska começou a construir sua carreira solo a partir de 1993 com o disco “Vontade”, passando então a produzir uma discografia repleta de canções inspiradas que falam sobretudo, de “amor à vida”. São 25 anos escrevendo canções em que as letras se destacam tanto quanto a música. A primeira a se tornar nacionalmente conhecida foi “O Último Dia” (Moska/Billy Brandão) do seu segundo disco “Pensar é Fazer Música” (1995) que trazia a pergunta: “O que você faria se só te restasse um dia?”. Essa canção foi tema do samba enredo do desfile Mocidade Independente de Padre Miguel no carnaval de 2015. No disco seguinte “Contrasenso”(1997) a canção “A Seta e o Alvo” (Moska/Nilo Romero) começou a soar nas rádios do país, seguida de “Um Móbile no Furacão” e “Sem Dizer Adeus” (1999), “Tudo Novo de Novo”(2003) e “Pensando em Você” (2003) e “A Idade do Céu” (2003). Essas foram as canções mais conhecidas da sua primeira década de trabalho, além de “Relampiano” (parceria com Lenine) e “Admito que Perdi” (gravada por Marina Lima).

Foi no álbum “Tudo Novo de Novo” (2003) que Moska iniciou uma relação muito íntima com artistas da América Latina gravando “A Idade do Céu”, versão sua para “La Edad del Cielo” um lindo tema do uruguaio Jorge Drexler, que depois faria sucesso também nas vozes de Simone e Zélia Duncan. Drexler veio ao Brasil participar do show de lançamento desse disco, no Canecão. E em retribuição, convidou Moska para uma série de apresentações no Uruguai e na Argentina. Com esse portal latino aberto apareceram mais amigos hermanos, como Kevin Johansen e Lisandro Aristimuño (Argentina), Andrea Echeverri (Colômbia), Camila Moreno (Chile) e tantos outros.

Em nome dessa relação Moska apresentou e fez a curadoria de dois festivais de música latina nos teatros do CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil): o “Mercosul Musical”, em 2008, e o “Soy Loco Por Ti America”, em 2011. Os projetos eram uma série de shows em duo, onde artistas brasileiros (como Arnaldo Antunes, Marcelo Jeneci, Paula Toller e Fernanda Takai) se encontravam com latino-americanos (como Drexler, Johansen e Pedro Aznar e Andrea Echeverri).

Essa proximidade com os artistas latinos desembocou no álbum “Locura Total” (2015), gravado em português e espanhol e em parceria com o argentino Fito Páez, com 12 faixas que misturam tango, samba e rock. “Locura Total” foi indicado ao Grammy Latino concorrendo ao prêmio de melhor canção com “Hermanos”(Moska/Fito Paez).

Moska já emplacou incontáveis temas em trilhas da TV Globo – 11 deles, em sua própria voz. São músicas que se tornaram bem populares em novelas e minisséries, como “O Último Dia” (“O Fim do Mundo)”, “A Seta e o Alvo” (“Zazá”), “Pensando em Você" (“Agora É que São Elas”) e “Tudo Novo de Novo” (tema de abertura da minissérie homônima). Outras canções suas também foram trilhas de novela, como “Somente Nela”(parceria com Carlos Rennó), “Tudo Que Acontece de Ruim é Para Melhorar”(parceria com Mu Carvalho) e “Impaciente Demais” (parceria com Ricardo Leão).

Neste ano de 2018, Moska emplacou sua canção inédita “Minha Lágrima Salta” na trilha da novela Malhação/Vidas Brasileiras, da Rede Globo. Essa canção faz parte de seu novo disco de inéditas, “Beleza e Medo”, recém-lançado em agosto de 2018.

Também se tornou um compositor muito requisitado por outras vozes. A primeira foi Marina Lima, que, em 1995, abriu o álbum “Abrigo” com “Admito que Perdi”. Depois, vieram inúmeras outras gravações, por artistas como Maria Bethania (“Saudade”), Elba Ramalho (“Relampiano”), Ney Matogrosso (“O Último Dia” e “Gotas do Tempo Puro”), Maria Rita (“Muito Pouco”), Mart’nália (“Soneto do Teu Corpo”, “Sem Dizer Adeus” e “Namora Comigo”), Lenine (“Relampiano” e “Saudade”), Francis Hime (“Há Controvérsias”), Zélia Duncan (“Carne e Osso”, “Não” e “Sinto Encanto”), e recentemente Gal Costa, que gravou “Unhas e Cabelos” (Moska/Breno Góes) .

Compositor que construiu seu próprio estilo de tocar violão, no show intitulado “Violoz” (turnê que começou em 2015), Paulinho Moska pela primeira vez decidiu levar seus violões preferidos pra estrada: um com cordas de Nylon, outro com cordas de aço, um violão barítono (afinado em Si), uma guitarra elétrica e um ukelelê. Um espetáculo quase que teatral com cenário, texto, luz, roteiro e figurino produzido especialmente pro formato.

Com 10 temporadas veiculadas no Brasil e uma nova temporada gravada em Montevideo com artistas uruguayos a ser exibida a partir de 27 de novembro de 2018, o programa “Zoombido”, no Canal Brasil, é outro campo para a atuação do artista, como apresentador e músico. Nessas 10 temporadas realizadas, ele já levou mais de 240 compositores à sala de espelhos que lhe serve de cenário. Nomes de todas as gerações e estilos. Além de entrevistar e fotografar, Moska faz um dueto com todos eles, cantando e tocando violão. Os EPs da série contendo os áudios dos episódios estão sendo disponibilizados nas plataformas digitais.

Desdobramento de “Zoombido”, os retratos que ele faz dos convidados do programa, estilosamente distorcidos através de um tijolo de vidro, geraram uma exposição fotográfica na Galeria Arthur Fidalgo (RJ). Moska já tinha passado por essa experiência na exposição “Reflexos e Reflexões” (exibida na Caixa Cultural de Brasília em 2006) com os autorretratos que geraram a capa e a arte gráfica do álbum “Tudo Novo de Novo”, também distorcidos, mas em reflexos de objetos espelhados nos banheiros de hotéis. A fotografia se transformou em mais um vício do colecionador Paulinho Moska.

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Publicado por Dom Franklin Mano em 26/11/2018 às 00h19
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24/11/2018 23h55
ALINE DELUNA DEIXA AQUELE BEIJO PRA VOCÊS...

Aline Deluna é uma Atriz, Bailarina, Dubladora e Cantora Brasileira.

Ingressou no teatro aos 7 anos de idade e atua profissionalmente desde o 15 anos, quando passou a integrar a Cia. Jorge Crespo de Teatro de Bonecos.

Em 2010 apresentou “Variozioni Freudiane 1 - Il sintomo” direção de Antonio Quinet, em Roma (Itália), pela “Cia Inconsciente em Cena” onde permaneceu por 8 anos.

Apresentando em 2013 a peça “La Leçon de de Charcot” em La Salpetriere em Paris (França), com Direção de Regina Miranda e Antonio Quinet. Pela mesma companhia atou nos espetáculos “Variações Freudianas 1 – O sintoma" com direção de Regina Miranda; “Abram-se os Histéricos”; e peça “O ATO" - variações freudianas 2, com direção de Walter Daguerre.

Integrou a “Cia. Ateliê Coreográfico” e a “Cia. Atores Bailarinos” ambas da coreógrafa Regina Miranda, apresentando em 2015 o espetáculo “É sempre tarde demais para se falar de tempo” no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, em comemoração aos 35 anos da Cia.

Em Teatro Musical atou no projeto Porto de Memórias em diversos espetaculos em espaços públicos na cidade do Rio de Janeiro.

Integrou o elenco do Musical “Andança - Beth Carvalho” direção de Ernesto Piccolo em 2015 e 2016.

No cinema protagonizou o longa metragem “Sigilo Eterno” de Noilton Nunes; fez a narração dos documentários "Militares pela Democracia" e da mini série “militares que disseram não” de Silvio Tendler (2014).

Assinou assistência de direção na série “Há Muitas Noites na Noite” veiculada pela TV Brasil em 2015 com direção de Silvio Tendler.

Em televisão atuou como participação em diversas novelas pela Rede Globo, tais como: “Caras e Bocas” na personagem “Deusimara” (2009), “Haja Coração” (2016), entre outras.

É protagonista do espetáculo “Josephine Baker – a Vênus Negra”, indicado aos Prêmios Shell, Cesgranrio, APTR e Botequim Cultural.

Estreou com o Musical “Lá Dentro Tem Coisa” em setembro de 2017, no Teatro dos Quatro, no Rio de Janeiro. Em agosto de 2018, a peça fez uma temporada que foi sucesso de público e de crítica no Teatro Folha, em São Paulo (Brasil). A nova temporada vai de 3 de novembro a 9 de dezembro de 2018.

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Publicado por Dom Franklin Mano em 24/11/2018 às 23h55
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20/11/2018 19h50
ROGÉRIO DELAYON DEIXA AQUELE ABRAÇO PRA VOCÊS...

Rogério Delayon é um Guitarrista, Violonista, Compositor, Arranjador e Produtor Musical Brasileiro, Proprietário do Studio Toca do Leão.

Natural de Ipatinga (MG), o músico Rogério Delayon atualmente mora em Nova Lima Grande Belo Horizonte (MG).

Em seus 30 anos de carreira, já acompanhou vários artistas: Zeca Baleiro, Fábio Júnior, Sandy & Junior, Armandinho, Vander Lee, Verônica Sabino, Rita Ribeiro, Marina Machado, André Abujamra, Ceumar, Beto Guedes, Vanessa da Mata, Regina Spósito, Paula Santoro, Sá, Rodrix e Guarabyra, Déa Trancoso e Renato Motha; Selmma Carvalho, Julia Ribas, Ana Cristina,  Lilian Nunes, Rodica, Chico Lobo, Titane, Wilson Sideral, Regina Souza, Yuri Poppof, a dupla Victor & Leo, entre outros.

Além de participar de shows ao lado de Moska, Vitor Ramil, Moraes Moreira, Luis Melodia, Elza Soares, Pena Branca, Xangai, Dante Ozzetti, Renato Borguetti, Leoni, Zé Renato e Paul Gilbert, entre outros.

Em estúdio, gravou com Zeca Baleiro, Lenine, Skank, Vander Lee, Celso Adolfo, Ceumar, Sérgio Sampaio, Fabio Júnior, Armandinho e Chico Lobo, além dos álbuns "Tributo a John Lennon" (Mother) e Song Book João Bosco (Das Dores de Oratório), dentre muitos outros.

Rogério Delayon + Steve Vai

DELAYON 2018

Atualmente Rogério Delayon produziu a obra de arte de Zeca Baleiro, o EP "Zureta", que chegou nas plataformas digitais dia 12 de outubro de 2018, inclui quatro canções inéditas e o single "O Esquimó", lançado com clipe em 2017.

Tata Fernandes, Vange Milliet e Vanessa Bumagny estão entre as vozes que se juntam à de Zeca Baleiro para cantar as interrogações dos pequenos em "O que é isso que vocês chamam de paciência?" e "O que tem no fim". Baleiro volta a falar de uma de suas paixões em "Pelada" - ídolos do futebol - e a usar sua verve afiada na espirituosa "Papai e Mamãe".

"Zureta" é uma prévia do segundo trabalho infantil de Zeca Baleiro que, desde que se tornou pai de Vitória e Manuel, entre 98 e 2000, passou a compor compulsivamente para os filhos, acumulando um repertório de mais de 60 canções.

Artista plural, Zeca Baleiro construiu uma carreira sólida, sempre surpreendendo público e crítica a cada trabalho. O que muita gente não sabe é que sua carreira começou no teatro infantil, aos 18 anos, em São Luís do Maranhão. Baleiro fazia trilhas para clássicos do teatro e da literatura infantis como "Flicts", de Ziraldo, e "O Reizinho Mandão", de Ruth Rocha.

"Zureta" é um lançamento Saravá Discos, com distribuição digital da ONErpm.

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Publicado por Dom Franklin Mano em 20/11/2018 às 19h50
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Imagem de cabeçalho: jenniferphoon/flickr