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Meu Diário
27/07/2019 11h43
FILIPE CATTO DEIXA AQUELE BEIJO PRA VOCÊS...

Filipe Catto Alves é um cantor, instrumentista, compositor, ilustrador e designer brasileiro.

Ganhou fama ainda muito jovem, voltado para a MPB, o samba e o tango moderno, mas com o tempo, avançou para outros gêneros, como o jazz, o rock e o bolero, entre outros.

Já dividiu o palco com outros grandes artistas nacionais, como Maria Bethânia, Ney Matogrosso, Chico Buarque, Gilberto Gil, Beth Carvalho, Odair José, Marcelo Jeneci, Vanessa da Matta, Toquinho, Daniela Mercury, Zélia Duncan, Maria Gadú, Ana Carolina, Arnaldo Antunes, Nando Reis, Dzi Croquettes, entre outros.

Suas canções são conhecidas por constarem em trilhas sonoras de sucesso, como "Saga" (trilha da novela Cordel Encantado), "Quem É Você" (trilha da novela Sangue Bom), "Adoração" (trilha da novela Saramandaia) e "Flor da Idade" (trilha da novela Jóia Rara).

Apesar de se definir com frequência como intérprete, é o compositor da maioria de seus sucessos, como “Saga”, "Adoração", "Lua Deserta", "Dias e Noites", "Torrente", "Depois de Amanhã", "Redoma" e "Roupa do Corpo". Compõe na maioria das vezes de forma solitária, mas já escreveu canções com artistas como Zélia Duncan, Paulinho Moska e Pedro Luís.

Já se apresentou com shows muito elogiados em diversos países, como Estados Unidos, Espanha, Itália, Portugal, Argentina e Uruguai.

Em 2006 iniciou sua carreira solo e começou a se apresentar em bares e divulgar seu trabalho pela internet.

Em 2008 montou com o diretor João Pedro Madureira o show "Ouro e Pétala", composto de voz, violão e palmas e se apresentou em teatros.

Quando se viu pronto, lançou pela internet o EP "Saga" em 2009 para download gratuito, o que marcou o início sua carreira profissional.

Formou-se em design pela ESPM-Sul. Em 2010 mudou-se para São Paulo e seu trabalho começou a ganhar mais visibilidade.

2011-2013

Em 2011 a música "Saga" entrou para a trilha sonora da novela Cordel Encantado. Filipe Catto assinou contrato com a gravadora Universal Music e gravou o seu primeiro álbum: "Fôlego". Em novembro de 2011 estreou a turnê "Fôlego" no Theatro São Pedro (Porto Alegre).

2013-2014

Em 2013, Filipe lançou o primeiro DVD da carreira, intitulado Entre Cabelos, Olhos e Furacões, que também foi lançado em formato de cd ao vivo em edição da gravadora Universal Music. Os shows de lançamento aconteceram no Teatro Sesc Vila Mariana, em São Paulo, em 3 de agosto de 2013.

2015-2016

No dia 8 de setembro de 2015, foi lançado Tomada, seu segundo álbum de estúdio de forma independente pela Agência de Música e distribuído pela Radar Records. O show de lançamento do disco aconteceu em 14 de novembro de 2015, no Auditório Ibirapuera, em São Paulo.[8] Dois dias antes do lançamento deste álbum, Catto se apresentou com a Orquestra Sinfônica e o Coro Lírico de Minas Gerais no Palácio das Artes em Belo Horizonte, onde foram executadas suas próprias músicas com arranjos compostos especialmente para essa apresentação.

Ainda em 2015, participou da canção "Trono de Estudar", composta por Dani Black em apoio aos estudantes que se articularam contra o projeto de reorganização escolar do governo estadual de São Paulo. A faixa teve a participação de outros 17 artistas brasileiros: Chico Buarque, Arnaldo Antunes(ex-Titãs), Tiê, Dado Villa-Lobos (Legião Urbana), Paulo Miklos (Titãs), Tiago Iorc, Lucas Silveira(Fresno), Zélia Duncan, Pedro Luís (Pedro Luís & A Parede), Fernando Anitelli (O Teatro Mágico), André Whoong, Lucas Santtana, Miranda Kassin, Tetê Espíndola, Helio Flanders (Vanguart), Felipe Roseno e Xuxa Levy. Milton Carlos Compositor morto em 1976 tem sua influência no seu estilo vocal.

Em 2016, grava o segundo episódio do programa Versões, do Canal Bis, interpretando grandes sucessos da cantora Cássia Eller, como “Gatas Extraordinárias”, “Malandragem”, “Relicário”, “O Segundo Sol”, entre outros. O show se transforma em turnê que Filipe Catto apresenta em uma série de cidades, como no aniversário da cidade de São Paulo, no Centro Cultural São Paulo e na Virada Cultural de 2017, onde o cantor se manifestou a favor das Diretas-Já.

No mesmo ano, sai em turnê ao lado de Simone Mazzer, dentro do Prêmio da Música Brasileira, com shows em homenagem a Gonzaguinha.

2017

Em 2017, estreou a aclamada turnê "Over" na Casa Natura Musical, em São Paulo. Apesar do nome remeter a excessos, a apresentação tem formação musical minimalista: inclui apenas os vocais de Filipe e os violões de Pedro Sá e Luís Felipe de Lima. O artista revisita canções de seus discos anteriores “Fôlego” e “Tomada”, como “Do Fundo do Coração”, “Saga”, “Adoração” e “Depois de Amanhã”, e apresenta releituras de canções de estilos variados. São versões do grupo de trip hop britânico Portishead, da cantora de música sertaneja Marília Mendonça e de Vinicius de Moraes. A turnê, de shows concorridos, passou por São Paulo, Porto Alegre e Rio de Janeiro.

No mesmo ano, participa de uma série de shows dividindo o palco com nomes consagrados da música brasileira: Inauguração da Casa Natura Musical, em São Paulo, ao lado de Maria Bethânia, Vanessa da Matta, Johnny Hooker, Xenia França e Mestrinho. Homenagem a Vinicius de Moraes, no Espaço das Américas, ao lado de Toquinho e Daniela Mercury. Homenagem ao centenário de nascimento de Dalva de Oliveira, no Teatro J Safra em São Paulo, ao lado de cantores de diversos estilos e épocas da música brasileira – Angela Maria, Alaíde Costa, As Bahia e a Cozinha Mineira, Ayrton Montarroyos, Célia, Cida Moreira, Claudette Soares, Edy Star, Fafá de Belém, Marina de La Riva, Maria Alcina, Márcio Gomes, Tetê Espíndola, Veronica Ferriani e Virgínia Rosa. Homenagem a Cauby Peixoto no Bar Brahma, este sem a participação de outros cantores. Cauby havia citado Filipe Catto como um dos novos cantores que ele mais admirava.

No dia 24 de novembro de 2017, lançou seu terceiro disco de estúdio, CATTO. São 10 músicas: "Como Um Raio" (Rômulo Fróes/Nuno Ramos), "Lua Deserta" (Filipe Catto), "Canção de Engate" (Antonio Variações), "Faz Parar" (Rômulo Fróes, Cesar Lacerda), "Só Por Ti" (Filipe Catto/Zélia Duncan), com participação da cantora nos vocais, "Um Nota Um" (Bruno Capinan), "Arco de Luz" (Marina Lima/Antônio Cícero), "Torrente" (Filipe Catto/Fabio Pinczowski), "É Sempre o Mesmo Lugar" (Rômulo Fróes/César Lacerda) e "Eu Não Quero Mais" (Igor de Carvalho/Juliano Holanda).

O crítico Hagamenon Brito, do Correio da Bahia, elegeu CATTO o melhor disco da carreira do cantor e considerou o artista o melhor cantor de sua geração. "Foi a descoberta do meu silêncio, do que era essencial após o fim de um casamento de sete anos, de mudança de casa, da minha chegada aos 30 anos. Profissionalmente, eu não precisava de um novo disco agora, mas tudo fluiu cinematograficamente para isso", disse Catto na entrevista para o crítico. Veja na página do álbum CATTO a repercussão do CD.

2018

Com duas pré-estreias em Portugal e três shows esgotados no Sesc Vila Mariana, Filipe lançou a turnê "O Nascimento de Vênus Tour", do disco CATTO, no início de 2018, com muitos elogios da crítica especializada.

Em março, levou a turnê aos Estados Unidos, com três shows no festival SxSW, em Austin, Texas. No site do evento, Filipe foi descrito como “uma das grandes vozes do Brasil no Séc. XXI, como uma diva e algo entre Freddie Mercury e Maria Bethânia, entre o bolero e o rock glam moderno”.

Em abril, participou, ao lado da cantora Valeria (ex-Houston) e da Orquestra de Falcões, da abertura da 11ª Bienal do Mercosul, em Porto Alegre, cantando, entre outras músicas, o samba-enredo de 2018 da escola vice-campeã Tuiuti, em obra da artista Romy Pocztaruk e do músico Caio Amon.

No mesmo mês, leva "O Nascimento de Vênus Tour" - com duas apresentações - para Milão, na Itália, pela Be Brasil, durante a Semana de Design.

No dia 24 de abril, foi transmitida a terceira participação do cantor no programa Cultura Livre, apresentado pela jornalista Roberta Martinelli na TV Cultura, com a apresentação das músicas "Lua Deserta", "Canção de Engate", "Torrente", "É Sempre O Mesmo Lugar", "Eu Não Quero Mais", "Eva" e "Arco de Luz".

Dia 28 de maio, foi lançado o vídeo da música "Manifestação", em que 30 artistas cantam pelos 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Além de Filipe, a lista dos artistas participantes é formada por Criolo, Pericles, Rael, Rico Dalasam, Paulo Miklos, As Bahias e a Cozinha Mineira, Luedji Luna, Rincon Sapiencia, Siba, Xenia França, Ellen Oleria, BNegao, Chico César, Paulinho Moska, Pretinho da Serrinha, Pedro Luis, Marcelino Freire, Ana Canãs, Marcelo Jeneci, Márcia Castro, Russo Passapusso, Larissa Luz, Ludmilla e Chico Buarque. Além dos cantores, a gravação contou a participação das atrizes Camila Pitanga, Fernanda Montenegro, Letícia Sabatella e Roberta Estrela D'Alva.

Dia 27 de julho, levou a turnê "O Nascimento de Vênus Tour" para o Festival de Inverno de Garanhuns (FIG 2018), se apresentando no Palco Principal, na mesma noite de Gaby Amarantos e Johnny Hooker. No dia seguinte, se apresentou no Festival Lula Livre, nos Arcos da Lapa, Rio de Janeiro, ao lado de artistas como Chico Buarque, Gilberto Gil, Beth Carvalho, Odair José, Marcelo Jeneci, Aíla, Gang 90, entre outros.

No segundo semestre, levou a nova turnê mais uma vez para Portugal (agosto) e também para a Espanha (outubro), Argentina (novembro) e Uruguai (novembro).

Ainda participou: de shows em homenagem a Nick Drake; foi um dos convidados da cantora e compositora Badi Assad; e dividiu o palco duas vezes com Duda Beat, primeiro como convidado no show da cantora em São Paulo e, depois, retribuindo o convite no show dele no Rio de Janeiro. Fechou o ano com duas apresentações no evento SIM São Paulo.

2019

Após shows em Porto Alegre e São Paulo, levou a turnê mais uma vez para a Espanha (março), com duas apresentações - uma delas no Naves Matadero, um dos principais palcos de Madrid.

Participou dos shows de retorno do icônico grupo Gang 90, no Sesc Pompeia, mesmo lugar em que voltou a fazer um show de tributo a David Bowie, com Leo Cavalcanti, Ritchie e outros convidados.

Em fevereiro, lançou o clipe É Sempre O Mesmo Lugar, gravado um ano antes em Nova Iorque, cidade em que Filipe viveu por um ano antes de iniciar a carreira.

Em abril, levou a turnê para o interior do Rio de Janeiro.

De julho a outubro estará em turnê internacional por Nova Iorque (Estados Unidos da América), São Paulo (Brasil), Barcelona (Espanha) e Salvador (Brasil).

FAZ PARAR

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Publicado por Site Franklin Mano
em 27/07/2019 às 11h43
 
26/07/2019 12h09
RAFAEL BECK DEIXA AQUELE ABRAÇO PRA VOCÊS...

Fenômeno nacional das vanguardas da música brasileira, o jovem Rafael Beck, de apenas dezoito anos, reside no município de Atibaia e vêm conquistando o Brasil por seu trabalho ímpar enquanto músico, no domínio da flauta transversal em gêneros como o choro e a música popular brasileira como um todo.

Seu estopim para a música se deu quando, ainda criança, começou a aprender a tocar flauta doce - dentro do próprio ambiente escolar. Em contrapartida, suas habilidades não eram satisfeitas apenas pelo ensino básico do instrumento (incluso na grade curricular), o que o levou a recorrer a seu pai - produtor musical - para continuar estudando.

Beck posteriormente iniciou-se na flauta transversal, já surpreendendo a todos com a facilidade com que se desenvolvia no instrumento; e, mais tarde, aprendeu também a tocar piano para praticar harmonia.

O prodígio atibaiense gravou seu primeiro CD aos sete anos, com músicas de Pixinguinha, Tom Jobim, Dorival Caymmi, dentre outros nomes da música brasileira.

Músico em ascensão no movimento artístico nacional, Rafael subiu ao palco, ainda aos oito anos, para se apresentar ao lado de Dominguinhos, no Festival de Inverno de Atibaia de 2009 e mais tarde, em 2010, ingressou na EMESP (Escola de Música Estadual de São Paulo) Tom Jobim, aprofundando-se no estudo da música erudita.

Desde então, Beck ganha os palcos brasileiros e leva adiante a importância de difundir a cultura musical nacional, eternizando o trabalho de mestres como Altamiro Carrilho, cuja obra já recebeu interpretação do jovem – na flauta – e de seu parceiro na música, Rafael Schimidt – ao violão – em Álbum protagonizado por ambos e lançado exitosamente em 2016.

O jovem atibaiense também já dividiu o palco com artistas renomadíssimos como o músico e compositor Ivan Lins conhecido pelas inúmeras gravações de sua obra no mundo todo.

E certamente não surpreenderá ao leitor saber que Rafael foi reconhecido internacionalmente, ingressando no Conservatorium Van Amsterdam, no qual pode aprofundar seu estudo e técnica no jazz durante três meses em território holandês – fruto do mérito e do talento inegável do jovem, que utiliza do seu talento e habilidade musical (decorrentes também de seu estudo e dedicação diários, é claro) para exaltar a obra riquíssima de músicos brasileiros que trilharam o caminho para que jovens músicos, como ele, pudessem hoje desenvolver-se amplamente versando entre o aprendizado musical e sócio cultural brasileiro – tão presente em gêneros como o choro.

Mais recentemente, em setembro, Rafael Beck foi convidado – ao lado do parceiro Rafael Schimidt – para se apresentar na abertura do Fórum CEO Brasil, Evento que reuniu os cento e cinquenta maiores líderes do setor privado brasileiro para discutir, na Bahia, ações propositivas que corroborem com um futuro mais justo, igualitário e promissor para diferentes representatividades da sociedade brasileira. Com o tema “O Brasil do futuro”, empresários de todos os cantos do país se encontraram para discutir o protagonismo dos executivos na construção de um país mais competitivo.

Com visibilidade internacional, o Evento foi enriquecido pela apresentação de ambos os “Rafas”, que foram aclamados após seu exímio momento que, sem dúvidas, comprovou o ponto a que se propôs o Fórum: o Brasil escreve, a cada dia, o seu futuro, nas mãos de jovens pró ativos, talentosos, frutos da terra e, acima de tudo, dispostos a resgatar as raízes de sua cultura; a entoar as melodias tradicionais e a exaltar o que temos de mais precioso, a cultura brasileira. “Não estou sozinho nesta caminhada, existe um movimento muito forte de choro pelo Brasil. Na música instrumental, por exemplo, é o mais tocado! Os nossos projetos, tendo por exemplo o trabalho que venho desenvolvendo, procuram fortalecer a música brasileira, além de qualquer gênero de expressão musical” – conta Beck, em entrevista exclusiva ao Jornal O Atibaiense.

Apresentou-se também, com o mesmo duo, na vigésima edição do Ipatinga Live Jazz, um circuito de música itinerante que já recebeu na cidade mineira nomes como Elza Soares e João Bosco. Ao final de setembro, os dois músicos estrelaram apresentação no Teatro Usiminas durante o circuito, para aproximadamente trezentos amantes da música que os prestigiaram.

Neste ínterim, Rafael Beck é a materialização do que toda uma geração de músicos projetava para o Brasil: a eternização das expressivas obras que não podem se perder em meio à popularização de outros gêneros e, pior, à banalização do trabalho local. O jovem, portanto, caminha pelo Brasil como o Flautista de Hamelin, o mágico de ancestralidade alemã – bem como o jovem Beck –, que, na literatura dos Grimm, era capaz de encantar e fazer-se ser ouvido por onde passava.

Rafael também encanta por seus caminhos e faz-se ser ouvido não só por seu indiscutível talento, mas pela importância de sua atuação musical. E podem anotar o seu nome, porque esta, certamente, não será a única vez em que ouvirão falar dele.

Duo Rafael Beck e Rafael Schimidt - Ponteio (Edu Lobo/Capinan)

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em 26/07/2019 às 12h09
 
26/07/2019 08h30
LECI STRADA DEIXA AQUELE ABRAÇO PRA VOCÊS...

Leci Strada 71 anos de vida e 50 anos de carreira.

Cantor, instrumentista e compositor, iniciou sua carreira profissional em janeiro de 1968. Nascido em Brumadinho, Minas Gerais sua formação profissional se deu na prática artística, cantando em bandas de bailes e casas noturnas de Belo Horizonte, indo depois para os Estados do Nordeste, Rio de Janeiro e São Paulo.

Em 1980 gravou seu primeiro disco através do Festival Nacional MPB Show da Rede Globo com a música VOAR COM GAIOLA E TUDO - dele e Serginho Sá lançado pela RGE, foi o primeiro compacto, logo em seguida o primeiro LP, deste LP a música CANTO DE LOUVOR também dele e Serginho Sá virou clip no Fantástico, Seu Moço de sua autoria, tema na novela JERÔNIMO do SBT em 1982.

Com alma cabocla fez a letra de BOBOCA E BOBÃO que Serginho Sá musicou e César e Paulinho eternizou no meio sertanejo. MENINA de sua autoria foi gravada por Sergio Reis e Celma Reis cantou na novela DESPEDIDA DE SOLTEIRO da Rede Globo, DESÁGUA dele e Serginho Sá.

Hoje com dois Compactos, 3 LP’s, 4 CDs e 1 DVD gravados, Leci Strada prepara o projeto VIDA que é a gravação de 1 DVD com 15 músicas inéditas e um documentário ao vivo no Inhotim, o maior centro de arte ao ar livre da América Latina, onde Leci Strada é homenageado em um painel feito pelo artista John Ahearn, de Nova York, em parceria com Rigoberto Torres,de Porto-Rico, em exposição permanente na Galeria da Praça.

Este novo trabalho de Leci Strada VIDA comemora os 71 anos de vida e 50 anos de carreira musical do artista e terá lançamento nacional e latino americano, com três músicas de sua autoria em espanhol.

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em 26/07/2019 às 08h30
 
25/07/2019 22h00
DALLTON SANTOS DEIXA AQUELE ABRAÇO PRA VOCÊS...

O Guitarrista Dallton Santos lançou hoje 25/07/2019 seu novo videoclipe "ALIENS"com a participação de Felipe Andreoli (Angra) e Alex Curi (Organic Reaction).

DALLTON - HISTÓRICO

Dallton Santos está dentre os guitarristas brasileiros cujo reconhecimento e respeito são notórios, tanto por parte do público quanto dos próprios músicos.

Dallton nasceu em Santo André, estado de São Paulo e desde muito cedo travou contato com o mundo musical, eis em que sua família a música sempre esteve presente. Aliás desde seu avô, o qual inclusive foi músico e luthier; chegando à sua mãe que desde cedo teve educação musical.

O primeiro contato de Dallton com um instrumento musical foi aos 12 anos – um violão que era de seu pai – momento em que ficou fascinado com a possibilidade de reproduzir e traduzir em som aquilo que mais amava – “música!”.

Dallton Santos sempre teve uma paixão pela música instrumental que veio até mesmo antes de tocar, e isto quando já se interessava em ouvir trilhas para desenhos, filmes e música erudita; época que passava horas ouvindo e também pesquisando os mais diversos gêneros musicais, bem como os mais diferentes instrumentos e suas respectivas sonoridades e aplicabilidades, dentro das mais diversas canções.

A partir dos 15 anos se apaixonou pela guitarra ao conhecer o som de Van Halen, Jimi Hendrix, Yes, Jeff Beck, Pat Metheny, Led Zeppelin, dentre outros.

Aos 18 iniciou sua viagem na seara instrumental compondo suas primeiras músicas, sendo uma delas revelada pela Revista Guitar Player Brasil, como destaque em uma sessão de demos.

Dallton Santos sempre foi muito estudioso e dedicado, sempre com vistas a ampliar seus horizontes dentro aprendizado e do conhecimento. Neste sentido, saliente-se que teve a oportunidade de estudar com os maiores nomes do ensino de guitarra do Brasil. Suas rotinas de estudos chegavam de 8 a 12 horas por dia, e todos os dias!

Em 2006 gravou seu primeiro álbum “Art in Motion”. Um álbum de rock progressivo e com vários elementos experimentais.

Em 2007 houve o primeiro reconhecimento expressivo, quando foi escolhido e classificado dentre os “12 dos melhores guitarristas do Brasil”, no concurso Gibson Contest.

Em 2009 – Tendo participado do projeto “O solo é seu” o qual foi patrocinado pela Guitar Player, obteve o premio de “o melhor improviso.”

As raízes do rock sempre estiveram bem evidenciadas em seu trabalho, mas Dallton Santos, músico estudioso e comprometido com seu trabalho, sempre almejava mais de seu instrumento e mais de si mesmo…

…Vislumbrava possibilidades de ampliar conhecimentos estudando outros estilos tais como jazz, música brasileira e funk. Neste período ouvia muito Frank Zappa, John Coltrane, Hermeto Paschoal, Herbie Hancock, Egberto Gismonti, Michael Brecker e Arnold Schoenberg. Queria se tornar um músico mais completo e sabia que estas seriam grandes e importantes referências.

Toda esta busca por conhecimento, pela escuta de outros estilos trouxe como consequência impactos muito positivos em sua musicalidade como um todo. O jazz e a música brasileira o ajudou a atingir uma maior sensibilidade harmônica, de outro lado, o funk lhe proporcionou a sensibilidade rítmica. Suas músicas começaram a soar rock com a fusão de outros estilos.

Em 2011 lançou “Virtual Fusion” – um álbum que atraiu a atenção de músicos e entusiastas no Brasil e exterior, além trazer como resultados inúmeras matérias nas principais revistas e sites especializados.

Dallton Santos também está presente nas maiores coletâneas de guitarristas lançadas no Brasil; Guitarras & Guitarristas (2010), Friends of rock guitar vol 1 (2012) e Herois da Guitarra vol 3 (2013).

Em 2014 venceu um “Concurso Internacional de Musica Instrumental” tendo sido classificado em primeiro lugar na categoria “Solo Performance”, do site Indi.com.

Em 2015 o site “JamTrack Central” selecionou dentre 2.200 guitarristas do mundo – apenas 12 como os melhores, e dentre ele lá estava o brasileiro Dallton Santos! Aliás, registre-se, que foi indicado em 3 categorias Fusion, Melhor Potencial e Originalidade.

O seu canal de vídeos no Youtube é um sucesso. Com um conteúdo praticamente autoral já atingiu a expressiva marca de 1.800.000 visualizações.

Dallton Santos, a par de todas as suas atividades, também se dedica com muita paixão e comprometimento à carreira de professor, atuando em São José dos Campos e Caçapava. Aliás, vale dizer, que além de lecionar também ministra workshops e master class em todo Brasil.

Enquanto músico profissional, além de sua carreira solo possui um trabalho paralelo com o trio No-Metric, o qual é um grupo de Prog/Fusion.

Em 2015 lança o seu terceiro álbum; “The Inner Things” mostrando toda sua musicalidade com extrema maturidade e criatividade, unindo de maneira precisa elementos do rock à música brasileira, deixando o resultado deste trabalho com uma sonoridade ímpar, única! Vale a pena conferir!

Dallton Santos é um músico criativo, versátil, que se movimenta dentro do mundo musical sempre em busca de novas sonoridades, em constante trabalho de evolução com a sua guitarra, e sempre tendo em mente o seu ouvinte… quem o escuta, como vai escutá-lo, o que transmitir de si ao público… como e o que vai libertar de sua guitarra a todos aqueles que a escutam, mas que acima de tudo a sentem…

Sua preocupação em atingir um nível de excelência sempre maior é uma constante. A busca pela superação é intermitente. O superar-se para poder ofertar a quem lhe escuta o melhor de sua música é o seu maior e mais perseguido desejo. Desejo este que acaba sempre se concretizando dbevido à sua seriedade, comprometimento e amor àquilo que considera o mais sagrado em sua profissão – a música!

De outra parte, Dallton Santos sempre guarda dentro de si a humildade de continuar a ser um aplicado estudioso e pesquisador das infinitas possibilidades de combinações de ritmos, gêneros, sonoridades, tons, semitons, bends, etc…

Finalizando, tudo isso faz dele um músico que prima pelo senso investigativo do que efetivamente um som de qualidade pode vir satisfazer, tanto seu intelecto quanto seus ouvidos, trazendo alegria e satisfação para ele que toca assim como, igualmente, para quem o escuta!

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Publicado por Site Franklin Mano
em 25/07/2019 às 22h00
 
25/07/2019 09h24
JEAN DANDRAH DEIXA AQUELE ABRAÇO PRA VOCÊS...

Jean Dandrah é um jornalista, ator, diretor e dramaturgo brasileiro.

Jean é formado em Comunicação Social, sendo Bacharel em Jornalismo pela Universidade de Taubaté – UNITAU e em Artes pela Escola de Arte Dramática  - EAD/ECA/USP.

Estudou no Conservatório Musical durante 08 (oito) anos, o que rendeu ao artista sua entrada no segmento de Musicais como ator e cantor, participando das principais montagens da Broadway no Brasil: Les Miserables, O Mágico de Oz, A Bela e a Fera, Pinocchio e Peter Pan.

Trabalhou ao lado do diretor Zé Renato, no Teatro do Arcos em São Paulo, durante dois anos consecutivos, participando ativamente como assistente de direção e ator das montagens “O Aroma do Tempo e 13 de Maio”, montagens dirigidas pelo próprio Zé Renato, dentro do Projeto Revitalização do Teatro Musical Brasileiro, incentivada pela Lei do Fomento – 13.279/02.

Atualmente trabalha no Núcleo Palco Meu de Artes, sua própria Cia. Teatral.

Foi contratado da Rede Record de Televisão no ano de 2015, participando de programas da emissora, em destaque na novela “Escrava Mãe”, vivendo o Frei Abílio.

Atualmente encerra sua temporada teatral ao lado de Esther Góis com a “Estrada de Wolokolansky” de Heiner Müller.

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em 25/07/2019 às 09h24
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