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25/10/2019 21h52
SAULO RODRIGUES DEIXA AQUELE ABRAÇO PRA VOCÊS...

Saulo Rodrigues nasceu no Município do Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, Brasil.

SAULO RODRIGUES – 2019/2020

O ator Saulo Rodrigues  atualmente está gravando GÊNESIS, a próxima novela bíblica da Record TV, que irá ao ar em 2020. Saulo dará vida (personagem ainda não divulgado). GÊNESIS contará com a direção geral de Edgard Miranda. A trama será exibida no horário nobre. O elenco já conta também com nomes como Sérgio Abreu, Carlo Porto, Juliana Boller, Jayme Periard, Pablo Morais, Oscar Magrini, Igor Rickli, Carolina Oliveira, Eduardo Speroni e Caio Manhente.

SAULO RODRIGUES – HISTÓRICO

Saulo Rodrigues é integrante da CIA OS DEZEQUILIBRADOS desde 2000, todas sob direção de Ivan Sugahara, seus principais trabalhos na Cia foram: FALA COMIGO COMO A CHUVA e ME DEIXA OUVIR de Tennessee Williams (Vencedor do Prêmio Cesgranrio de 2014 de melhor Espetáculo e iluminação), A ESTUPIDEZ (2011), MEMÓRIA AFETIVA DE UM AMOR ESQUECIDO, inspirado no filme Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembrança, o espetáculo recebeu 2 indicações no prêmio Shell (2008), DILACERADO, (2004) recebeu 2 indicações no Prêmio Shell, VIDA, O FILME( 2002-2003) recebeu indicação no Prêmio Shell na categoria melhor direção (Ivan Sugahara), e UM QUARTO DE CRIME E CASTIGO, Adaptação do livro Crime e Castigo de Dostoivesky (2002).

Bacharel em Artes Cênicas pela UNI-RIO (1996 à 2000), seus principais espetáculos foram: OU TUDO OU NADA, Direção de Tadeu Aguiar e tradução de Arthur Xexéo (2016), CHACRINHA, O MUSICAL, texto de Pedro Bial e Rodrigo Nogueira, direção de Andrucha Waddington. OPORTUNIDADE RARA, autoria e direção de Hamiltom Vaz Pereira (2013). ENSAIO. HAMLET, com a cia dos atores, direção Enrique Diaz (turnê pela França) 2007, MILLÔR IMPOSSÍVEL, direção de Eduardo Wotzik (2006/2007), IFIGÊNIA IN TÁURIS (1997), direção de Pina Bausch.

Em cinema, Integrou o elenco principal do Longa APAIXONADOS de Paulo Fontenelle e TROPA DE ELITE de José Padilha, Vencedor do Urso de Ouro (2008). LADRÕES DE CANECO de Caíto Ortiz, MINHA MÃE É UMA PEÇA (Roteiro de Paulo Gustavo e Direção de André Pelens), CILADA. COM (Dir. José Alvarenga), Agamenon (Dir. Vitor Lopes), ATÉ QUE A SORTE NOS SEPARE (Dir. de Roberto Santucci), VIDA DE BALCONISTA (Dir. de Cavi Borges) e SE PUDER DIRIJA dir. de Paulo Fontenelle e Julio Sumiu de Roberto Berliner.

Na TV Globo integrou o elenco da novela LIBERDADE LIBERDADE, direção de Vinícius Coimbra e EM FAMÍLIA de Manoel Carlos como o Dr. Gustavo. Participou do PORTA DOS FUNDOS na Web, série REFÉM e na Série O GRANDE GONZÁLES.

De 2013 a 2015, integrou o elenco principal da série SE EU FOSSE VOCÊ na Fox.

Em 2017 integrou o elenco da novela O RICO E LÁZARO da Record TV.

Em 2018-2019 integrou o elenco da novela JESUS da Record TV.

CONTATO PROFISSIONAL

Instagram > https://www.instagram.com/saulorodriguesoficial/?hl=pt-br

 

 

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em 25/10/2019 às 21h52
 
25/10/2019 21h03
SÉRGIO ABREU DEIXA AQUELE ABRAÇO E BEIJO PRA VOCÊS...

Sérgio Luis Coutinho Abreu nasceu em 16/10/1975 no Município do Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, Brasil. É formado em Direito pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ). Sérgio também tem nacionalidade Portuguesa, adquirida através de seu avô materno português, nascido em Marco de Canaveses, Porto, Portugal.

SÉRGIO ABREU - 2020

O ator Sérgio Abreu atualmente está gravando GÊNESIS  a próxima novela bíblica da Record TV. Sérgio dará vida a Jubal, um dos filhos do perverso vilão Lameque (ator não divulgado). GÊNESIS contará com a direção geral de Edgard Miranda. A trama será exibida no horário nobre. O elenco já conta também com nomes como Carlo Porto, Juliana Boller, Jayme Periard, Pablo Morais, Oscar Magrini, Igor Rickli, Carolina Oliveira, Eduardo Speroni e Caio Manhente.

SÉRGIO ABREU – HISTÓRICO

Sérgio Abreu é um dos poucos atores a trabalhar nas cinco principais emissoras de teledramaturgia do Brasil.

O primeiro papel de Sérgio Abreu foi em 1996, como Rubinho em O CAMPEÃO (Rede Bandeirantes). Logo interpretou Guilherme em 1998 na novela BRIDA, na extinta Rede Manchete. Também apresentou o programa TOUR TNT (canal TNT).

Retornou em 2001 na televisão, no seriado teen MALHAÇÃO (Rede Globo). Ele deu vida a Beto, que era dono do point da escola, e junto com Solene (Renata Dominguez), tratou de temas complexos, sendo o principal a azoospermia. Foi um dos primeiros atores a formar um casal homoafetivo na novela brasileira PARAÍSO TROPICAL (Rede Globo), ao lado de Carlos Casagrande, seu companheiro na novela.

Em 2002 atuou no curta-metragem VINTE E CINCO, com o personagem RAFA.

Em 2006 atuou no filme ZUZU ANGEL, com o PERSONAGEM reporte.

Em 2008, o ator, a convite de Iris Abravanel, foi chamado para fazer a novela Revelação (SBT), e veio seu primeiro protagonista na TV, com o personagem Lucas Nogueira.

Em 2009 atuou no filme ATÉ MAIS TARDE IPANEMA, com o personagem BRANCO.

Em 2009  participou da novela VENDE-SE UM VÉU DE NOIVA (SBT).

Em 2010, assinou com a Rede Record para participar do reality show A FAZENDA 3.

Em 2013 atuou em PECADO MORTAL, com o personagem ENFERMEIRO.

Em 2014 atuou em MILAGRES DE JESUS (Rede Record), com o personagem JAIME.

Em 2014 atuou em CONSELHO TUTELAR (Rede Record), com o personagem RONALDO.

Em 2018 atuou em JESUS (Rede Record), com o personagem RAFAEL.

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Instagram > https://www.instagram.com/sergioabreuoficial/?hl=pt-br

E-mail > sergioabreusa@gmail.com

 

 

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em 25/10/2019 às 21h03
 
17/10/2019 19h30
MÁRCIO ALENCAR DO BARÃO VERMELHO DEIXA AQUELE ABRAÇO PRA VOCÊS...

Márcio Alencar é o quarto baixista do Barão Vermelho (de 02/12/2017 até atualmente) em linha sucessória que começou com Dé Palmeira (integrante da formação original da banda criada em 1981), passou brevemente por Dadi (de 1990 a 1992) e tinha se estabilizado há 25 anos com Rodrigo Santos (de 1992 a 2017).

Márcio Alencar atualmente segue intensa turnê de shows pelo Brasil com o Barão Vermelho e divulga o novo álbum "VIVA".

Poucas bandas no mundo sobreviveram à saída de seus cantores. Menos ainda, à saída de dois.Tem que ter coragem. O Barão Vermelho chega ao 18º​ disco,​VIVA​, um contundente grito de paz e amor diante de tantas exaltações à guerra. O novo álbum é o primeiro desde 1986 sem a voz de Roberto Frejat. Em seu lugar, o escolhido foi Rodrigo Suricato, guitarrista mirabolante e cantor atrevido, claramente influenciado por seus antecessores no grupo.

"Mais do que o som, o Barão tem uma voz própria, agora pela garganta do Suricato", destaca o baterista Guto Goffi, que fundou o Barão com Maurício Barros, em 1981. "Nada mais rock'n roll do que seguir, mesmo depois da saída de nomes como Cazuza e Frejat", diz Suricato, que além de guitarras e voz, é autor de diversas composições no álbum. "Suricato é um guitarrista absurdo. Acho que jamais vi um cara tocar tanto", elogia Fernando Magalhães, no Barão desde 1985.

VIVA ​marca, ainda, a volta do tecladista, produtor e cantor Maurício Barros, que havia deixado de ser membro oficial em 1988, embora tenha produzido, tocado e composto para o grupo desde então. "Maurício sempre esteve conosco nos shows e produzindo discos. Mas havia deixado de ser integrante em 88. Não havia escolha. Ele tinha que voltar ou o Barão acabava", celebra Guto Goffi.

Incrivelmente, ​VIVA soa como um primeiro disco. Transborda identidade e provocação. Não seria absurdo dizer que trata-se do melhor álbum de inéditas do Barão desde o premiado Na Calada da Noite (1989), que marcava a acolhida de público e crítica ao grupo após a saída do inconfundível Cazuza.

"A gente não começou a compor agora", reforça Barros, co-autor de tantos sucessos do Barão, como ​Por Você (com Frejat e Mauro Santa Cecília), a mais tocada na história da banda. "A primeira música do grupo, ​Billy Negão,​ foi escrita por Cazuza, Guto e eu. Depois fizemos juntos, por exemplo, ​Puro Êxtase"​ . Barros e Goffi são co-autores de canções como ​Menina Mimada​, ​Blues do Iniciante,​ ​Torre de Babel,​ ​Declare Guerra​, ​Pense e Dance e ​Tão Longe de Tudo​.

Nos discos que se seguiram à saída de Cazuza, nomes como Arnaldo Antunes, Renato Russo, Luiz Melodia, Wally e Jorge Salomão, Dulce Quental, o poeta Mauro Santa Cecília e o eterno produtor Ezequiel Neves, estiveram entre os parceiros de composição. "No passado, buscamos letristas de fora, mas dessa vez decidimos que seríamos apenas nós", conta o guitarrista Fernando Magalhães.

O grupo não gravava um disco de inéditas desde 2004. ​VIVA abre com a faixa ​Eu Nunca Estou Só, com raízes no blues, que sempre orientou a banda e é referência também para Suricato, a canção foi feita pelos quatro integrantes em cerca de 10 minutos. "Foi incrível. Ali selamos o nosso pacto com o destino da banda", lembra Suricato. A letra ratifica a mística blueseira e brasileira do Barão: "É que eu me conheço no meio desse nada / E aos poucos me entendo nessa encruzilhada".

Eu Nunca Estou Só também absorve referências da cultura hip hop – por que não, outro filho do blues e suas muitas transas. "Chamamos o rapper BK, porque queríamos esse diálogo. O hip hop traz na sua essência a mesma contestação libertária do rock", diz Suricato. "Os dois gêneros são vizinhos de porta", diverte-se BK, que escreveu os versos do rap da canção.

Em seguida, vêm ​Por Onde Eu For ​(Barros/Suricato) e ​Jeito ​(Barros), um hino à diversidade composto pelo tecladista. "O disco celebra a vida, mas atento à realidade. Essa canção fala de tolerância. A gente é o que é, cada um de um jeito", afirma Barros. Esta não é a única faixa de VIVA a desafiar as ameaças às liberdades. ​Tudo Por Nós 2 ​(Barros/Goffi), um pancadão roqueiro com riff aliciante, reforça a verve rebelde da liturgia baronesca. "Todo esse bagulho é pra nos confundir/Nada vai nos dividir/ Será?", ataca Barros nos vocais.

"A gente declarou guerra lá em 1986, mas achamos que o amor, especialmente nesse momento do mundo e do Brasil, é revolucionário". Canções de amor não faltam, portanto. Vão da balada esfumaçada ​Castelos (Barros) à inebriante ​Um Dia Igual ao Outro (Suricato), passando por ​Pra Não Te Perder (Goffi/Suricato), com participação de Letícia Novaes (Letrux). "Essa música tem uma coisa quase genética, maternal", comenta a cantora, sobre a poesia de Guto Goffi.

A Solidão Te Engole Vivo (Goffi/Magalhães/Barros) conecta a sonoridade já conhecida do Barão e o que a banda quer para o futuro. "O melhor disco tem que ser sempre o próximo. Estamos olhando pra frente", reforça Goffi. ​Vai Ser Melhor Assim (Suricato) completa o disco e não deixa dúvida: o Barão está vivo, elétrico e atiçado como fio desencapado.

Rodrigo Pinto, Agosto 2019. Fonte: Barão Vermelho.

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em 17/10/2019 às 19h30
 
16/10/2019 21h47
MAURÍCIO MANIERI DEIXA AQUELE ABRAÇO PRA VOCÊS...

Maurício Manieri é um descendentes de italianos que, nasceu em 10/09/1970 no Município de São Bernando do Campo, Estado de São Paulo, Brasil.

Maurício Manieri é cantor, compositor, produtor e pianista clássico. Faz uma música universal misturando elementos da Música Pop, da Soul Music e MPB.

Toca piano desde os seis anos de idade e lançou seu primeiro disco em 1998. Desde então lançou mais 08 (oito) trabalhos, que venderam mais de 06 (seis) milhões de discos. ​Suas musicas são temas de varias novelas, filmes e minisséries.

Atualmente está em cartaz com a "Tour Classics", de grande sucesso de público e crítica.

Em 12 de Novembro de 2019, às 21:00, no Teatro Bradesco, Município de São Paulo, Estado de São Paulo, Brasil. Mauricio Manieri irá gravar um DVD.

No repertório envolvente e matador, o artista apresenta novos arranjos e interpretações envolventes para clássicos como Never Gonna Give You Up (Rick Astley), Mandy (Barry Manillow), Classic (Adrian Gurwitz), Easy (Lionel Richie), entre outros. O set list conta ainda com seus maiores sucessos que marcaram uma geração, as dançantes: Minha Menina, A Noite Inteira e também os hinos da música romântica: Bem Querer, Pensando em Você e Primavera. Com seu piano de cauda e um cenário lindo e elegante, Maurício Manieri irá fazer o público vibrar, cantar e se apaixonar!

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E-mail > mauriciomanieri@uol.com.br

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em 16/10/2019 às 21h47
 
16/10/2019 15h28
ORTINHO DEIXA AQUELE ABRAÇO E BEIJO PRA VOCÊS...

Ortinho foi revelado como vocalista da banda Querosene Jacaré, Ortinho é um poeta emblemático da fértil cena do Município de Caruaru, Estado de Pernambuco, Brasil. Com uma reconhecida discografia, seu talento de compositor e intérprete está entre os destaques da cena indie brasileira.

Foi parceiro de Chico Science em “Sangue de Bairro”, trilha do longa “Baile Perfumado”, de Lírio Ferreira, Lula Cortes (“As Flores”), Lula Queiroga (“Desabafa”), Junio Barreto (Procurando Dum-Dum”) e Marcelo Jeneci (Café com Leite de Rosas”). Com Arnaldo Antunes, além do hit “A Casa é Sua”, assina mais duas faixas do disco Iê Iê Iê (Envelhecer e Meu Coração), e duas canções gravadas por ambos (Retrovisores e Pense Duas Vezes Antes de Esquecer), entre outras.

Ouça o novo CD de Ortinho, Nas Esquinas do Coração, nos apps de música, CD e LP. Quarto álbum do artista tem produção musical de Jorge Du Peixe, parcerias com o integrante da Nação Zumbi e Arnaldo Antunes e participações de Otto, Junio Barreto, Pupillo, Toca Ogan e Kastrup.

O cantor e compositor Ortinho lança o quarto álbum, Nas Esquinas do Coração”, nas plataformas digitais, CD e LP. O disco marca seu retorno de Ortinho ao estúdio, após nove anos, e a estreia de Jorge Du Peixe (Nação Zumbi) como produtor de discos. Entre as oito faixas inéditas, estão parcerias com ele e Arnaldo Antunes, parceiro desde seu primeiro álbum solo, com quem assinou o hit “A Casa é Sua”, entre outras canções.

Para o novo disco, Ortinho compôs com o ex-Titãs Não chore mais meu bem e  Com uma dor, esta juntamente com Du Peixe. Em parceria apenas com Jorge Du Peixe, Ortinho apresenta Menina SilibrinaNa Fé e Um Samba, primeiro single do disco. O álbum conta também com as participações de Otto (Na Fé), Junio Barreto (Com Uma Dor), Pupillo e Guilherme Kastrup (bateria), Toca Ogan (percussão), Thiago Duar (baixo, guitarra e cavaquinho) e Marcelo Monteiro (sax barítono, sax tenor e flauta) e foi gravado nos Estúdios PIPA Music e Toca do Tatú.

“Nas Esquinas do Coração” é o primeiro disco de uma trilogia que nasce inspirada em mensagens passadas para mim, durante rituais de Ayahuasca na Amazônia peruana, pelos espíritos de luz que vieram me guiar e me ajudar nesse caminho em busca de respostas para as perguntas da minha alma”, conta Ortinho.

O artista que já foi comparado ao Glauber Rocha da música brasileira pelo crítico Pedro Alexandre Sanches, tem recebido excelentes críticas pelo novo disco. A "força do pulso poético" de Ortinho é o destaque da resenha no G1 de Mauro Ferreira, que também comenta “a fome de criação que alimenta as muitas veias sonoras entrelaçadas no álbum”. Ortinho cruza psicodelia nordestina, rock, ciranda e Jovem Guarda. Para o crítico pernambucano José Teles, que está lançando o livro Da Lama ao Caos, "Ortinho reafirma-se como um continuador da morbidez romântica que Jards Macalé andou pregando nos idos de 1972, um faquir da dor, assim como Ortinho quando canta o amor."

“Nas Esquinas do Coração”, Ortinho (Distribuição Tratore)

Voz: Ortinho com participações de Junio Barreto (Com Uma Dor), Otto (Na Fé) e Jorge Du Peixe (Um Samba)

Voz, guitarra, baixo, sintetizador, casiotone e percussão: Jorge Du Peixe

Guitarra, baixo e cavaquinho: Thiago Duar

Bateria: Pupillo e Guilherme Kastrup (Menina Silibrina)

Percussão: Toca Ogan (Menina Silibrina e Na Fé)

Sax Barítono, Sax tenor e Flauta - Marcelo Monteiro

Produção e arranjos: Jorge Du Peixe

Gravado nos Estúdios PIPA Music e Toca do Tatú

Mixagem: Daniel Bozzio Estúdio Fine Tuning

Masterização: Arthur Joly Estúdio Reco-Master

Capa: Flávio Emanuel

Foto: Valente William

Figurino: Período Fértil

Imprensa e redes: Paula Vianna (Balalaika Comunicação)

COM UMA DOR (Ortinho / Arnaldo Antunes / Jorge Du Peixe)

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Paula Vianna +55 (11) 96766-1548  

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