O Barão Dom Franklin Mano e a Baronesa Dona Nazaré Mano, da Casa Real de Portugal, receberam a Bênção Apostólica por ocasião do seu Matrimônio, de Vossa Santidade, Papa Francisco, atual Chefe da Igreja Católica Apostólica Romana e Chefe de Estado da Cidade Estado do Vaticano.
A Bênção foi ratificada por Vossa Eminência Dom Konrad Krajewski, Cardeal da Diocese de Roma e Chefe da Esmolaria Apostólica.
O Diploma é em papel pergaminho e a autenticidade do documento reside na assinatura do Chefe da Esmolaria Apostólica e o carimbo a seco da Esmolaria Apostólica.
Das observações e curiosidades:
O Chefe da Esmolaria Apostólica é o único membro da Igreja Católica autorizado pelo Papa a emitir Bênçãos em seu nome.
A Bênção Matrimonial foi enviada via DHL EXPRESS da Cidade Estado do Vaticano (Roma, Itália) para a residência do Barão Dom Franklin Mano, na Cidade de Cachoeirinha, Estado de Pernambuco, Brasil.
Os nomes registrados por meio do Batismo na Igreja Católica são: Franklin Emmanuel da Silva Mano e Maria de Nazaré da Silva.
Os nomes registrados por meio do casamento civil na República Federativa do Brasil são: Franklin Emmanuel da Silva Mano e Maria de Nazaré da Silva Mano.
O dia do casamento religioso ocorrerá em 02 de dezembro, mesmo dia do aniversário de nascimento de Dom Franklin Mano.
José Luis Segneri Oliveira, ou simplesmente Zé Luis, é um compositor e multi-instrumentista natural do Rio de Janeiro, Brasil, radicado desde a década de 1990 em Nova York, Estados Unidos da América.
Zé Luis é um profissional com décadas de experiência em centenas de gravações. Líder saxofonista do Brasil na década de 1980, Zé Luis tocou e gravou com - e arranjou e compôs - com os maiores nomes da música brasileira, como Caetano Veloso, Gilberto Gil, Gal Costa, Tania Maria e Cazuza, entre outros.
Na música instrumental foi co-fundador da banda Garage com Claudio Infante e Arthur Maia, logo após Tampa com Luizão Maia, Victor Biglione, André Tandeta e João Rebouças. Foi membro da banda de Nenê Baterista e Guilherme Vergueiro, entre outros.
Nos últimos anos tocou / gravou com Paulo Braga, Mark Soskin, David Finck, Kurt Elling, Dom Um Romão, Dom Salvador, Adam Rudolph, Kenny Burrell, Yusef Lateef, Romero Lubambo, Duduka da Fonseca, Rolando Luna, Jorge Chicoy, Ike Stubblefield, George Porter Jr., Keith Carlock, Joel Rosemblatt, Kenny Wessel, Ralph Jones, entre muitos outros.
Residente em Nova York desde 1990, quando se mudou do Rio de Janeiro, Zé Luis originalmente se estabeleceu na cidade, trabalhando como compositor freelancer. Embora ele seja especialista em flautas e saxofones, ele também possui um alto nível de conforto com guitarra, percussão, baixo e teclas. Por 18 anos como proprietário do The Atelier Music Studio, ele compõe, produz e grava músicas para álbuns, filmes / TV e mídias convergentes.
É um conjunto de habilidades notavelmente diversificado que ajudou Zé Luis a ganhar créditos que incluem trabalho com Bebel Gilberto, Sabina Sciubba, Brazilian Girls, JJ Sansaverino, Maxi Priest, Ivy, Pull, Verve, Festival de Cannes, Tribeca, Independent Lens, Rio (dirigido por Carlos Saldanha), Ghosts of Girlfriends Past (dirigido por Mark Waters), Monster-in-Law (dirigido por Robert Luketic), A Raisin in the Sun (dirigido por Kenny Leon), Burn Notice (criador da série de TV: Matt Nix, dirigido por Jace Alexander), sessões para a casa de música original Tomandandy e colaborações com a Orba Squara, frequentemente licenciada em sincronia. Algumas dessas obras receberam elogios, incluindo indicações para o Globo de Ouro, Grammy e Oscar.
Como artista solo, produziu o auto-intitulado Zé Luis EP e dois álbuns de suas composições originais, Guarani Banana e Caiapó. Aclamado pela imprensa americana, Zé Luis e seu trabalho têm conquistado uma cobertura entusiasta em DownBeat, Saxophone Journal, Rhythm e Jazziz, entre muitas outras publicações.
Desde 2013, Zé Luis está no comando da produção, engenharia e reprodução da série da web “Just Play”, ex-“Trade Winds”, uma iconografia musical da África e das Américas. Essa jornada começou em Nova York e o levou a Nova Orleans, Porto Rico, Cuba e Peru. O álbum Trade Winds Cuba - com Zé Luis (sax tenor / soprano e flauta) foi considerado para a categoria de Melhor Álbum de Jazz Latino no 59º Grammy e Zé Luis foi considerado para a categoria de Melhor Solo Improvisado de Jazz. Escreveu e produziu música para Piercing (2018) - Dirigida por Nicolas Pesce, a música foi organizada por Eumir Deodato. Escreveu e produziu a trilha sonora de Mama Don 'Make Me (2019) - dirigido por Dan Adams e Pieces of New York (2019) - dirigido por Violeta Barca-Fontana.
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Rafaella Carvalho, atriz, modelo e escritora, formada em Comunicação Social com habilitação em Relações Públicas e pós-graduada em produção e gerenciamento de eventos.
A pernambucana teve suas primeiras experiências artísticas em peças teatrais na escola e apresentações de dança.
Iniciou sua vida profissional como modelo, aos 12 anos. Nessa área, conquistou, anos mais tarde, os títulos de Rainha do Baile Municipal do Recife, Miss Escada e Miss Olinda, sendo finalista de outros vários concursos de beleza.
Ingressou em seu primeiro curso de teatro aos 14 anos. Fez sua estreia no maior teatro a céu aberto do mundo, que conta com lagos artificiais, nove palcos, uma muralha de 3.500 m e 70 torres, palco do espetáculo da Paixão de Cristo de Nova Jerusalém (Brejo de Madre de Deus - PE) como figurante, nas gravações dos filmes publicitários do espetáculo, em 2009. Em 2010, participou, pela primeira vez, do elenco, interpretando três personagens: Dama da Corte, Mulher das Lamentações e Transeunte. Em 2015, ganhou mais uma personagem: uma “mulherrica” que interage com a figuração durante a pregação de Jesus na cena do Sermão. Em 2019 com a personagem “Herodíades” foi destaque, sendo elogiada pela crítica especializada.
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Nascido em 21 de outubro de 1979 no Rio de Janeiro, Alessandro Benedettini Curi, mais conhecido como Alex Curi, descobriu sua paixão pela música aos 6 anos de idade, incentivado pelo pai, Ronaldo Curi (também músico e diretor de tv), quando lhe deu a primeira bateria.
Influenciado desde cedo por Rock Progressivo, Alex se apaixonou por kits grandes, com mais recursos, consequentemente, veio o interesse por outros instrumentos, como o Baixo, Guitarra e Piano. As bandas e artistas mais influentes foram Rush, Frank Zappa, Victor Wooten, Genesis, Deep Purple e Santana.
Após muitas experiências com bandas de diversos estilos, como por exemplo Dr Silvana & Cia, Alex foi convidado a fazer um teste para integrar a banda de Rock Progressivo BACAMARTE, com reconhecimento mundial e Jane Duboc no vocal. Na época em 1999, tinha 19 anos e foi aprovado, fazendo parte até os dias de hoje. Atualmente, além do Bacamarte, acompanha o pianista Glaucio Cristelo (Piano Rock), tendo gravado todos os cds lançados, e também integra o trio instrumental de Fusion SEQUAZ, onde Alex deposita suas idéias, arranjos e sonoridade. Junto ao Guitarrista Thiago Martins eo baixista Jorge Mathias, já lançaram de forma independente o cd “Ilha Distante”, totalmente autoral.
Como baixista, fez parte da banda do notável Rogério Skylab, desde 2003 até 2014, também atuou com alguns artistas da Jovem Guarda e do Cd tributo ao compositor Getúlio Côrtes (Negro Gato) acompanhando Erasmo Carlos, Leno, Eduardo Dusek, Golden Boys, Renato e Seus Blue Caps. Hoje em dia se dedica ao baixo apenas para produções em estúdio.
Com a experiência da estrada e a habilidade com outros instrumentos, Alex mergulhou no mundo da Produção Musical, onde realizou e ainda realiza muitos trabalhos em diversos estilos.
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Cantora, compositora, dona de uma bela voz e de uma interpretação singular, a inquieta e também poeta Bebel Roriz, uma das artistas mais completas de Goiás, lançou em 29/06/2018, na A Toca Coletivo, o seu esperado primeiro álbum autoral Azagaia. O CD foi gravado em São Paulo, Goiânia e Pirenópolis sob a direção musical do cantor, compositor e produtor musical Paulo Monarco, com a participação de músicos de Goiânia e de São Paulo, como o renomado João Leopoldo, pianista e compositor.
Com 10 canções autorais de Bebel, tem, entre as músicas destacadas para divulgação, as belas composições Samba para não Sambar e Heroína, ambas gravadas pelo projeto Som de Lugar; e Valsinha, música trilha do espetáculo “O Singular”, do grupo de dança Quasar, que também é a faixa de abertura da Coletânea Nossas, gravada pelo selo RockinPress, de São Paulo. O CD, com arranjos modernos e inusitados, é uma mistura de rock, eletrônico e, com a voz suave da cantora, nos remete também a bossa nova. Acompanharão Bebel no show os músicos Emanuel Mastrella, Cezinha Henrique e Danilo Rosolém.
Assim como o próprio nome do álbum sugere (Azagaia é uma árvore da África e sua madeira é utilizada pelos nativos na fabricação de lanças), a cantora e compositora Bebel Roriz promete se lançar, junto com a banda, de corpo e alma neste show, como sempre faz, seja cantando músicas suas ou fazendo shows com músicas de outros compositores, como o delicioso “Tão Zé”, com músicas do tropicalista e irreverente compositor baiano Tom Zé.
A inquieta Bebel começou a estudar música desde pequena, se aventurando no violão, bateria, guitarra, baixo e violoncelo. Já atuou em vários cenários musicais, indo da música clássica, MPB, samba, rock e ao punk rock. Dona de uma voz afinadíssima, Bebel é formada em composição musical pela UFG, onde também estudou Licenciatura em piano. Estudou canto erudito e popular. Atuou em musicais, como Theatro Muzycal Profano, de Marcos Fayad, Operetas do Judeu, na cidade de Pirenópolis, sob direção de Demétrio de Pina e Maria Lúcia Roriz. Atualmente, além de fazer seus shows, dá aulas, estuda piano e canto lírico. Atua no Coro Sinfônico de Goiânia desde 2011.
Suas composições e sua voz foram parar em filmes, espetáculos, com premiações em diversos festivais, entre eles o Festival Juriti de Música e Poesia Encenada de Goiânia, onde ficou com o segundo lugar em duas edições e duas categorias do Festival: Poesia Encenada e Música. No 5º Juriti, em 2016, com a belíssima canção A Cor que me Falas, interpretada por ela de forma magistral; e em março deste ano no 6º Juriti, interpretando o seu impactante poema “Crocodilo”.
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