Chilean vocalist Caterina Nix will accompany the band Visions of Atlantis, on a grand tour in 2020 to several countries: Austria, Italy, France, Germany, Portugal, Spain.
CHAOS MAGIC is centered around Chilean vocalist Caterina Nix who, for this sophomore release from the band, worked in close collaboration with fellow Chilean producer, singer, and musician Nasson. Together, they have created an absolute gem of a metal album, the splendidness of which is on full display in the album's first single and music video, "Like Never Before".
Pre-order the album and stream the single HERE > http://radi.al/Furyborn
"I’ve been writing songs for many years, however, on the previous Chaos Magic album I had no intention of interfering with Timo's creative process,” tells Caterina, referencing ex-Stratovarius guitarist Timo Tolkki's involvement on the first Chaos Magic album. "But in the case of "Furyborn," I had the freedom to design a musical vision of my own. I wanted the album to have both a modern sound and nostalgic feel to it. The process of writing for me is very organic, I just start singing a melody and build the songs from there. I seek the chords, write the lyrics, and work them through. I have several streams of influence, so I definitely wanted a rich mixture of intensities, rhythms, and styles. Of course, I can’t leave out the fact that I worked with two brilliant musicians to give shape to the album, Franco Lama and Nasson, who also produced the album and was a key element in the development of the sound."
And what exactly is the "sound" on the new Chaos Magic album? "I wanted to mix different styles and also seek a sound of my own and I think that is well achieved in "FuryBorn". It’s a mixture of heavy, melodic, symphonic, and alternative metal, with traces of modern progressive and electronic elements, unique arrangements and a bit of a nostalgic feel associated to certain sounds from the '90s and early '00s. It has moments of rage, power, and sick darkness, but also vulnerable, sensual, and sometimes playful points. "FuryBorn" is harder to label compared to the previous Chaos Magic album since on the new album the guitars are a more prominent ingredient that gives tremendous richness to the sound. In summary, "FuryBorn" is a rollercoaster ride that flows through assorted intense styles with uncommon arrangements but with very catchy melodies,” concludes Caterina and rest assured she’s really not exaggerating in the descriptions.
Nix also pulled in some talented singers for a few duets on the album: Tom Englund (Evergrey) on the title track, Ailyn (ex-Sirenia) on “Bravely Beautiful”, and Ronnie Romero (Rainbow and CoreLeoni singer, ex-Lords of Black) on "Path Of The Brave". Producer Nasson also duets with Caterina on “Falling Again”, while Mistheria (Bruce Dickinson, Rob Rock) appears on keyboards on “Beware of Silent Waters”.
"These are incredible voices and all the guest singers gave the album the textures I desired to each of the songs they participated in,” says Caterina.
Also of note, the album was mixed to perfection by none other than Danish studio master Jacob Hansen (Volbeat, Pretty Maids, The Dark Element).
Caterina Nix is a superb young vocalist from Chile, who was found by chance by former Stratovarius composer and guitarist Timo Tolkki during one of his tours of South America. Timo was supremely impressed and confident in Caterina’s singing abilities and he wrote and produced the first Chaos Magic album, in addition to having her perform on the second “Avalon” rock opera album “Angels of the Apocalypse".
While these two things brought Caterina to the forefront more on the International stage, she had already started her career in the band Aghonya, who released their first and only album "Oxygen" in 2008, in which she wrote all the lyrics and vocal lines. Released independently, the band and Caterina received rave reviews, which gave them the opportunity to open shows in Chile for bands like After Forever, Edguy, and Within Temptation.
Tracklist:
1. You Will Breathe Again
2. Furyborn (Feat. Tom Englund)
3. Like Never Before
4. Beware Of Silent Waters (Feat. Mistheria)
5. Falling Again (Feat. Nasson)
6. Bravely Beautiful (Feat. Ailyn)
7. Throw Me To The Wolves
8. I’d Give It All
9. Path Of The Brave (Feat. Ronnie Romero)
10. My Affliction
11. I’m Your Cancer
Line-up (Album):
► Caterina Nix - Vocals
► Nasson - Guitars, Vocals, Piano, Programming, Acoustic Guitars & Add’tl Bass.
► Franco Lama - Programming
► Charlie H Miranda - Drums
► Hermaunt Folatre - Bass
Line-up (Live):
► Caterina Nix - Vocals
► Nasson - Bass | Vocals
► Mario Torres - Guitars
► Charlie H Miranda - Drums
► Giuseppe Iampieri (Maestro Mistheria) - Keys
Official Videos:
► Like Never Before
► Furyborn (ft. Tom Englund)
► I'm Your Cancer
PROFESSIONAL CONTACT
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Instagram > https://www.instagram.com/caterina_nix_official/?hl=pt-br
A Lenda Francis Hime
Compositor, cantor, pianista, arranjador e maestro.
FRANCIS HIME - 2019/2020
O novo álbum "HOJE" de Francis Hime, reúne músicas inéditas e celebra os 80 anos do compositor, com as participações de Adriana Calcanhotto, Chico Buarque, Lenine, Olivia Hime e Sergio Santos. Com 12 faixas, Hoje, traz parcerias de Francis Hime com Geraldo Carneiro, Paulo César Pinheiro, Olivia Hime, Adriana Calcanhotto, Thiago Amud, Herminio Bello de Carvalho, Tiago Torres da Silva, Ana Terra e Silvana Gontij.
O álbum chegou as lojas em novembro de 2019. “Hoje” tem direção musical e arranjos de Francis Hime, produção de Olivia Hime e direção de gravação e mixagem de Paulo Aragão, um dos mais destacados arranjadores de sua geração, fundador e integrante do quarteto Maogani de Violões.
LAURA - Francis Hime com participação de Chico Buarque (Vídeo Oficial)
FRANCIS HIME - HISTÓRICO
Representante da melhor geração de compositores surgida no Brasil, desde o fim da década de 1920 (quando foram lançados os jovens Noel Rosa, Ary Barroso, Lamartine Babo, João de Barro, Ismael Silva e tantos outros), Francis Hime assumiu o papel de um dos principais protagonistas da música popular brasileira a partir da primeira metade dos anos 60. Seria impossível escrever a história da música brasileira nas últimas décadas sem dar a Francis Hime um destaque muito especial. No mapa da MPB, todos os afluentes confluem para o talento estuário de Francis Hime.
Tom Jobim é um piano, Caymmi um violão, Vinicius, uma caneta, Noel, um terno branco. Por analogia, Francis Hime é uma orquestra. E uma orquestra sinfônica. Não uma sinfônica convencional, apoiada exclusivamente nas cordas, madeiras e gravatas, mas uma formação enriquecida por metais de gafieira, cavaquinhos de chorões e tamborins de escola de samba. Se a música do Rio é uma fusão – a música de todos os Brasis confluindo para um estúdio onde as águas se misturam e ganham ritmo e densidade – , Francis é a personificação dessa fusão. A todos estes ritmos brasileiros, Francis empresta seu inspirado refinamento e deles toma emprestado a vitalidade e a beleza. Atenção: essas não são palavras vazias. Como Francis Hime (agora que já não temos Villa-Lobos, Radamés Gnatalli, Tom Jobim e Luizinho Eça), estamos diante de um compositor cujo domínio da técnica permite vôos de asa-delta – ou de orquestra – à criação.
Francis Hime estudou piano desde os 6 anos de idade, no Conservatório Brasileiro de Música.Em 1963, começa a sua parceria com Vinicius de Moraes, com quem compôs inúmeras canções, tais como: “Sem mais adeus, “Anoiteceu”, “A dor a mais”, “Tereza sabe sambar” e outras. Nessa época, começa também a compor com Ruy Guerra canções como “Minha” (gravada por Elis Regina, Tony Bennett, Bill Evans e muitos outros), “Último canto”, “Por um amor maior” e outras. Participou de vários festivais de música nos anos 60, quando suas canções foram cantadas por Elis Regina, Roberto Carlos, Jair Rodrigues, MPB-4 e outros.Em 1969, foi para os Estados Unidos, onde ficou 4 anos estudando composição, orquestração e trilhas para filme com Lalo Schifrin, David Raksin, Paul Glass, Albert Harris e Hugo Friedhopfer. De volta ao Rio, em 1973, grava seu primeiro disco para a Odeon. Nessa época, sempre escrevendo a música, ele começa a compor com Chico Buarque grandes sucessos, tais como: “Atrás da porta”, “Trocando em miúdos”, “Meu caro amigo”, “Pivete”, “Passaredo”, “Amor barato”, “A noiva da cidade”, “Embarcação”, “Vai Passar”.Em 1973, começa a compor trilhas para filmes, tais como: “A estrela sobe”, “Dona Flor e seus maridos”, ambos dirigidos por Bruno Barreto, “O homem célebre”, “República dos assassinos”, ambos dirigidos por Miguel Faria, “A noiva da cidade” de Alex Vianny, “Marília e Marina” de Luis Fernando Goulart, “O homem que comprou o mundo”, de Eduardo Coutinho, “Marcados para viver”, de Maria do Rosário, “Lição de amor”, de Eduardo Escorel. Duas dessas trilhas foram premiadas no Festival de cinema de Gramado e no Coruja de Ouro, como melhor trilha do ano.
No teatro, Francis escreveu trilhas para: “Dura lex sed lex no cabelo só Gumex” de Oduvaldo Vianna Filho, “O rei de Ramos”, de Dias Gomes, “A menina e o vento”, de Maria Clara Machado, “Belas figuras” de Ziraldo, “Foi bom, meu bem”, de Alberto Abreu, “O banquete”, de Mario de Andrade, “Pinoquio” de A. Collodi, “Tá ruço no açougue”, do grupo Tem folga na direção, “Na sauna”, de Nell Dunn, e “Love letters”, de A. R. Gurney. Conhecido como um dos mais talentosos compositores do Brasil, Francis é especialmente dotado por uma versatilidade em compor sobre vários ritmos brasileiros, escrevendo sambas, frevos, modinhas, calangos, choros, etc. Para este repertório eclético, Francis conta com um não menos eclético e talentoso grupo de parceiros escrevendo letras para suas canções, tais como: Geraldo Carneiro, Milton Nascimento, Olivia Hime, Gilberto Gil, Paulo César Pinheiro, Cacaso, Capinam, Adriana Calcanhoto, Paulinho da Viola, Lenine, Joyce, Moraes Moreira, Georges Moustaki, Livingston & Evans, Sergio Bardotti (além dos já citados Chico Buarque, Vinicius de Moraes e Ruy Guerra). Ele também musicou poemas de Fernando Pessoa, Manoel Bandeira, Castro Alves. Como arranjador, Francis trabalhou para Milton Nascimento, Gilberto Gil, Gal Costa, Georges Moustaki, Caetano Veloso, Clara Nunes, Toquinho, Elba Ramalho, Vania Bastos, Fafá de Belém, Olivia Hime, MPB-4 e Chico Buarque (para o qual, ele fez a direção musical de 4 discos).Como compositor, suas canções foram gravadas por Elis Regina, Chico Buarque, Milton Nascimento, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Maria Bethânia, Gal Costa, Ivan Lins, Djavan, Tony Bennett, Bill Evans, Kenny Burrel, Lany Hall, João Bosco, Lenine, Beth Carvalho, Nara Leão, Elizete Cardoso, Ângela Maria, Luis Eça, Toquinho, Zélia Duncan, Olivia Hime, Daniela Mercury, Simone, Nana Caymmi, Wandá Sá, Joyce, Adriana Calcanhoto, Paulinho da Viola, Fafá de Belém, MPB-4, Georges Moustaki.
A partir dos anos 80, Francis começou também a escrever peças eruditas. Em 1986, escreveu a sua Sinfonia n°1, apresentada em São Paulo e Campinas com a Orquestra Sinfônica de Campinas regida por Benito Juarez, e em Recife, com a Orquestra Sinfônica de Pernambuco regida por Osman Gióia. Em 1993 o próprio Francis regeu essa sinfonia, à frente da OSB (Orquestra Sinfônica Brasileira). Em 1988, Francis compôs “Carnavais para coro mixto e orquestra”, a partir de um poema especialmente escrito por Geraldo Carneiro, tendo sido a peça apresentada com a Orquestra Sinfônica de Campinas e CORALUSP regidos por Benito Juarez. Em 1997, Francis escreveu a partitura sinfônica de “Terra Encantada”. Em 2000, compôs a Sinfonia de Rio do Janeiro de São Sebastião, em 5 movimentos (Lundú, Modinha, Choro, Samba, Canção brasileira), com textos de Geraldo Carneiro e Paulo César Pinheiro. A estréia da sinfonia deu-se no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, tendo como solistas Lenine, Leila Pinheiro, Olivia Hime, Zé Renato e Sérgio Santos, com Francis regendo a orquestra sinfônica, num espetáculo dirigido por Flavio Marinho. Francis regeu esta sinfonia em duas outras ocasiões: em 2002, na Praia de Copacabana, para um público de mais de 20.000 pessoas, e na UNESCO, em Paris, encerrando as festividades do ano França-Brasil de 2005.
Em 2001, Francis escreveu “Fantasia para piano e orquestra”, que apresentou como solista – no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, com a orquestra Pró-Música sob a regência de Roberto Tibiriçá. Em 2007 Francis compôs o Concerto para violão e orquestra em três movimentos, dedicado a Rafael Rabello, que teve a sua “première” em Maio de 2008, na sala São Paulo, tocado por Fabio Zanon, com a OSESP sob a regência de Alondra de la Parra. Já em 2008, Francis concluiu também a partitura da “Ópera do Futebol”, ópera em 4 atos, com “libretto” de Silvana Gontijo, ainda inédita. Francis escreveu, em 2011, um concerto para harpa e orquestra em três movimentos, também inédito.
No campo da música popular, Francis lançou em Agosto de 2007 um novo CD/DVD, “Francis Hime Ao Vivo”, pela gravadora Biscoito Fino. Em julho de 2007, se apresentou no Festival de Montreux juntamente com Maria Bethânia. No mesmo ano, circulou com o show “AlmaMúsica”, primeiro de sua carreira em parceria com Olivia Hime, sua parceira de vida há 47 anos. Este trabalho gerou o CD de estúdio e o CD e DVD ao vivo, gravados em São Paulo em 2012. Seu trabalho seguinte, “Francis e Guinga”, CD em parceria com o compositor Guinga, foi lançado em 2013 pela Biscoito Fino. No ano de 2014, Francis lançou pelo selo SESC o CD “Navega Ilumina” em comemoração aos seus cinquenta anos de carreira. Trata-se de um CD de músicas inéditas em parceria com Geraldo Carneiro, Olivia Hime, Thiago Amud, Joana Hime, e uma letra antiga e inédita de Vinicius de Moraes que Francis achou em seus guardados, Maria da Luz. Em 2015, lançou pela gravadora Biscoito Fino o CD e DVD “Francis Hime 50 Anos de Música”, e escreveu um concerto em três movimentos para clarinete e orquestra.
Discografia:
1. Os seis em ponto – 1964 ( RGE )
2. Francis Hime – 1973 ( ODEON )
3. Passaredo – 1977 ( Som Livre )
4. Se porém fosse portanto – 1978 ( Som Livre )
5. Francis – 1980 ( Som Livre )
6. Sonho de moço – 1981 ( Som Livre )
7. Os 4 mineiros – 1981 ( Som Livre )
8. Pau Brasil – 1982 ( Som Livre )
9. Essas parcerias – 1984 ( Som Livre )
10. Clareando – 1985 ( Som Livre )
11. Choro rasgado – 1997 ( Universal )
12. Meus caros pianistas – 2001 ( Biscoito Fino )
13. Sinfonia do Rio de Janeiro de São Sebastião (cd / dvd) – 2001 ( Biscoito Fino )
14. Brasil lua cheia (cd / dvd) – 2003 ( Biscoito Fino )
15. Álbum musical – 2004 ( Biscoito Fino )
16. Arquitetura da flor – 2006 ( Biscoito Fino )
17. Francis Hime – ao vivo (cd / dvd) – 2007 (Biscoito Fino)
18. Álbum Musical 2 – 2008 (Biscoito Fino)
19. O Tempo das Palavras / Imagem (Double CD) – 2009 (Biscoito Fino)
20. O Tempo das Palavras Ao Vivo (CD/DVD) – 2009 (Biscoito Fino)
21. Concerto Para Violão e Orquestra – 2011 (Biscoito Fino e Osesp)
22. Alma Música – 2012 (Biscoito Fino)
23. AlmaMúsica Ao Vivo (cd/dvd) – 2012 (Biscoito Fino)
24. Navega Ilumina – 2014 (SESC SP)
25. Francis Hime – 50 Anos de Música (cd/dvd) – 2015 (Biscoito Fino)
26. Francis Hime – Hoje – 2019 (Biscoito Fino)
Prêmios:
1975 – Coruja de Ouro ( Melhor trilha de cinema do ano ) para “Lição de amor”, de Eduardo Escorel.
1975 – Kikito ( Melhor trilha de cinema do Festival de Gramado ) para “Lição de amor” de Eduardo Escorel.
1976 – Coruja de Ouro ( Melhor trilha de cinema do ano ) para “Dona Flor e seus dois maridos” de Bruno Barreto.
1997 – Melhor disco do ano pelo “O Globo” para “Choro rasgado”.
2003 – Melhor disco do ano pelo “Universo Musical” para “Brasil lua cheia”.
2006 – Indicação para Grammy para melhor canção brasileira do ano, por “Canção transparente”, com letra de Olivia Hime.
2012 – Indicação ao Grammy como melhor album de música instrumental por Concerto para Violão e Orquestra.
2015 – Melhor Arranjador pelo “Prêmio da Música Brasileira” para “Navega Ilumina”.
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O cantor, compositor e músico carioca Ricardo Richaid lança em 20 de março o primeiro álbum, Travesseiro feliz, com som caracterizado pelo artista como “tropicalismo industrial”. Mixada com a paixão de Richaid por jazz e rock, além da música psicodélica e dos sons do Clube da Esquina, a influência da Tropicália faz sentido quando se conhece a genealogia do artista.
Neto da cantora Aurora Miranda (1915 – 2015), com quem viveu até os 17 anos, Richaid é, por extensão, sobrinho-neto da irmã de Aurora, Carmen Miranda (1909 – 1955), primeiro ícone tropicalista do Brasil no imaginário mundial.
No álbum Travesseiro feliz, cuja capa expõe arte criada por Sophy Hollington com alusões a signos tropicalistas, Richard canta uma das músicas do repertório inteiramente autoral, VIP Xuxa, com Ana Frango Elétrico, cantora e compositora carioca que também reverbera as liberdades sonoras conquistadas com a Tropicália.
Aliás, o time de convidados do disco vem sobretudo da cidade do Rio de Janeiro (RJ). Marcos Suzano toca percussão em outra das nove faixas, Só na darkzera. José Ibarra é parceiro de Richaid em Outra, música na qual, além de ter posto voz, tocou surdo e caxixi. Com Nina Richaid, Ricardo assina e canta Formigas.
Além de pilotar instrumentos como baixo, violão e guitarra, o artista assina a produção e a direção musical do álbum gravado entre outubro de 2018 e fevereiro de 2019 em estúdios da cidade do Rio de Janeiro (RJ).
Além das músicas já mencionadas, o repertório autoral do álbum Travesseiro feliz inclui Ave apoena, Drone, Largado nu – faixa já disponível em single – e Maracas enterprise, composição agregada com Frio da manhã na faixa que abre o disco.
O álbum Travesseiro feliz será editado em LP, em CD e em edição digital pelo selo inglês Far Out Recordings.
CONTATO PROFISSIONAL
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Duda Neves, nascido em São Paulo, 5 de novembro de 1953, é músico, compositor, arranjador, educador, toca bateria, violão e piano.
Tem 4 trabalhos solo autorais – “Urucum” (1990), “Tempo Bom” (1992), “Temporal” (2000) e “Erupção (2002) e participa ativamente do cenário cultural e musical brasileiro.
Nos anos 70 acompanhou Simone, Belchior, Wanderléia, Eduardo Araújo e Sylvinha e viajou com o grupo “Pão e Circo” do Teatro Oficina para o Festival Mundial de Teatro em Nancy, França. Na década de 80 acompanhou Jorge Benjor, Fabio Junior, Wanderléia, Eduardo Araújo e Sylvinha, Arrigo Barnabé, com quem viajou para Festivais de Jazz na Europa, em Berlim, Paris, Itália. Tocou também com Guilherme Vergueiro, Nico Assumpção entre outros.
Morou entre 1980 e 1981 em Nova York onde trabalhou com Nana Vasconcelos, Don Salvador, Charlie Rouse, Claudio Celso, Don Um Romão, entre outros. Nos anos 90 começa sua carreira solo com o trabalho “Urucum” e acompanha Tim Maia, Edu Lobo, Pau Brasil, Tetê Espíndola, Vânia Bastos, José Miguel Wisnik, Raul de Souza, Elza Soares, Sergio Dias Mutantes, Frank Gambale, entre outros.
Nos anos 2000 trabalha com João Donato, Marcio Montarroyos, Michel Freidenson, com quem se apresentou para o “North Sea Jazz Fest” em Amsterdam, Holanda.
Foi citado como um dos melhores bateristas de jazz do mundo pela revista francesa “Jazz Hot” por seu trabalho internacional com Arrigo Barnabé e também citado pela revista “Bizz” como um dos melhores instrumentistas brasileiros.
Realizou a Direção Musical das peças teatrais “Aladim, e a Lâmpada Maravilhosa” de Carlos Meceni, Prêmio Mambembe 1975 e “Happy End” de Brecht e Weill com o “Pessoal do Despertar”, Rio de Janeiro em temporada no TBC, SP.
Trabalhou na cidade de São Sebastião, SP entre 2002 e 2017 como professor de percussão no Projeto Guri, como professor e coordenador da Área de Música no Instituto Verdescola, atendendo a mais de 700 crianças e adolescentes, sendo responsável pela formação do grupo vocal “Vozes do Verde” e do grupo de percussão “Meninos do Verde”, ministrou Cursos de Música pela Secretaria de Cultura.
Tem 7 títulos de vídeo aulas para Educação Musical e o método de bateria “Bateria Total” com a firma TKT, usado em diversas Escolas de Música no Brasil e no exterior.
Realiza Oficinas de Musicalização para crianças, jovens e adultos em diversas Escolas e Centros Culturais pelo Brasil. Leciona em sua Escola de Bateria em São Paulo e no Sindicato de Músicos Profissionais do Estado de São Paulo, já tendo formado muitos profissionais na área.
Atualmente, 2020, se apresenta com seu trio, acompanhado por Michel Freidenson nos teclados e Sylvinho Mazucca Jr. no contrabaixo, em Festivais e Workshops além de acompanhar Vitória Maldonado, pianista, compositora, a cantora Larissa Cavalcanti e o guitarrista José Neto.
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Telefone Shows > +55 (11) 9 8511-8118
E-mail > dudadudaneves@hotmail.com
Eric Juris é guitarrista da banda "Crystal Viper", além disso é músico e educador de sessões e turnês.
Nascido e criado em Quito, Equador, ele começou a tocar guitarra aos 12 anos. Ele desenvolveu um amor pelo Metal depois de assistir a um show do Dream Theater na escola e decidiu se tornar um músico profissional imediatamente.
Ele estudou Música Contamporária na Universidad de las Américas no Equador (Equador) e depois se mudou para a Califórnia para estudar Guitar Performance no Los Angeles College of Music em Pasadena (Estados Unidos da América).
Ele se juntou brevemente a "Hard Rock Band" de Los Angeles, mas deixou a banda logo depois, para seguir sua carreira na Europa.
No final de 2015, ele se mudou para a Alemanha e começou a trabalhar como educador de guitarra e músico de "Session & Touring".
Depois de alguns anos na cena Alemã, ele se juntou a banda de origem Polonesa "Crystal Viper", formada por Marta Gabriel (vocais, guitarra), Andy Wave (ritmo e guitarra principal), Eric Juris (ritmo e guitarra principal), Blazej Grygiel (baixo) e Cederick Forsberg (bateria) e em 2019 gravou o álbum (Tales of Fire and Ice) fazendo turnê por toda a Europa.
Com mais de 600 shows em 3 continentes diferentes, Eric é bem visto mundialmente como um excelente guitarrista.
CONTATO PROFISSIONAL
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